7 super dicas de eficiência pessoal para tempos de crise

7 super dicas de eficiência pessoal para tempos de crise

Quando os desafios são maiores, temos que acertar mais e errar menos. Veja algumas dicas que ajudam a focar nossos esforços na direção certa e com o mapa certo, combinando conceitos de coaching e gerenciamento pessoal

As “super dicas” a continuação exige de preparação e disposição como se fossemos a começar uma longa caminhada. Por tanto leia com calma, poia há coisas que podem ser difíceis e até dolorosas. Se queremos disfrutar da satisfação de cruzar a linha de cgehada de uma maratona, precisaremos nos preparar pois os joelhos e os pés podem doer. Preparados? Vejamos as super-dicas. 

  1. Comprometimento

Você realmente quer melhores resultados? Se sim, está disposto a fazer o que for preciso? Resultados diferentes não se obtêm fazendo as mesmas coisas, algumas coisas precisarão mudar. Se faz necessário estar comprometido a mudar, querer mudar, querer fazer diferente, estar disposto a fazer o que for necessário. Igual que um atleta, teremos que nos esforçar se queremos colher resultados.  Pessoas de sucesso fazem o que outros tem preguiça de fazer. Se deixamos para fazer quando “sobrar tempo” significa que não estamos suficientemente comprometidos! Para se diferenciar se precisa fazer diferente, fazer aquele extra que da preguiça ou que exige sacrifício. Moleza só combina com uma praia em dia de descanso.  Primeiro passo: comprometimento; grito de guerra: eu quero e vou fazer o que precise ser feito para obter melhores resultados!

  1. Assumir responsabilidade pelos resultados

O passo seguinte não é fácil para muita gente, mas quem consegue perceberá que os resultados são imediatos.  Consiste em assumir a responsabilidade pelos nossos resultados. Isso significa aceitar que não podemos culpar ninguém além de nos mesmos pela nossa situação. Somos resultado de decisões de passado. Isso quer disser também, que podemos construir o futuro do jeito que nós queremos.

Que tal fazer um exercício mental? Imagine um grande círculo ao redor seu, com você no centro.  Fora dele vamos deixar tudo aquilo que não podemos mudar: a economia, a crise mundial, os resultados do time de futebol, o clima, o transito, etc. Dentro do círculo vamos colocar tudo o que podemos mudar:  tudo aquilo que podemos fazer, nossos sentimentos, nossos pensamentos, nossas ações. Vamos chamar o interior do círculo de zona influência. A borda do círculo podemos chama-la de “horizonte de preocupação”: o que está fora dele, não deve nos preocupar, o que está dentro pode sim entrar na nossa pauta de preocupações.

O transito está ruim? Não podemos mudar isso, mas podemos sair com antecedência. As vendas não estão tão boas como gostaríamos? Oportunidade de emprego não aparecem? Não podemos mudar o cenário econômico, não podemos mudar o preço internacional do petróleo e a crise mundial gerada por causa isso. Podemos sim buscar soluções criativas: reforçar ações de propaganda, mudar os produtos, melhorar a proposta de valor. Podemos procurar novas formas de conquistar oportunidades no mercado: fazer networking, participar de eventos de classe, procurar um coach, encontrar formar de se fazer notar! Inspire-se no que colegas no Brasil e lá fora estão fazendo (a crise é mundial, acredite, lá fora também não está fácil) e tente aplicar no seu cenário.  Os seus resultados são ótimos? Você pode conquistar mais!

  1. Assumir responsabilidade pelos nossos pensamentos e sentimentos

Nossas ações são resultados de pensamentos e sentimentos. Quando falta sentimento, as ações não acontecem, ficamos somente na intenção. Exemplo, matriculamos a uma academia, mas nunca vamos. Porem quando encontramos uma companhia nos motivamos a ir. Eis que aumentou o sentimento e isso gerou uma ação.

Os pensamentos são nossos, nós podemos muda-los!  Eles estão dentro da nossa zona de influência. Qual o pensamento que nos impede de tomar uma ação? Medo? Raiva? Orgulho? Falta de motivação?  

Podemos mudar esses sentimentos e pensamentos, pois eles são seus!  Exemplo: como se sentiria realizando um objetivo? Como você se imagina? Fazer desse sentimento um motivador pode nos ajudar a começar a agir.     

  1. Definir corretamente os objetivos

Um motivo frequente de objetivos não atingidos é definição incorreta dos objetivos. Pode ser porque o objetivo não está claro ou porque falta motivação para atingi-lo.

Exemplo de objetivo: quero ser rico! Mas… sabe de quanto precisaria para se considerar rico? R$100.000 ? R$2 milhões? Qual a definição de rcio? Tem data? Para quando quer atingir esse objetivo? Tem claro os passos necessários? Este objetivo é para você importante o suficiente como para sacrificar outras prioridades.

Bruce Lee e Tom Cruise se propuseram ser atores famosos no prazo de 10 anos. Eles conseguiram? Bruce Lee foi ainda mais especifico, em 1969 ele disse que até 1982 queria ter US$10 milhões na sua conta.  Estudos na universidade de Harvard comprovaram que estudantes que tinham objetivos bem definidos antes de iniciar a graduação tiveram muito mais sucesso do que os outros.

O meu objetivo é meio ou fim?

Alguns dos meus coachees (clientes em processo de coaching pessoal) declaram: “meu objetivo é ser reconhecido com um grande profissional. Sacrifico finais de semana, não tiro férias há anos, tudo para conseguir essa meta”.  Ao indagar por que isso é importante, é comum escutar: “por que isso me permite dar melhores condições à minha família”. Identificamos aqui que o objetivo mais importante é a família, esse é o fim, a carreira profissional é um meio de consegui-lo. Porém, no meio do processo está-se sacrificando o mais importante: está perdendo finais de semana e férias com a família!!. Com a ajuda de um coach certificado, este processo de analises de objetivos pode desbloquear um imenso potencial. Muitos coachees redirecionam suas carreiras e até mudam de profissão!! Todos eles passam a ter uma vida mais feliz e produtiva, pois seus objetivos, pensamentos, sentimentos e ações estão alinhados.

  1. Foco no foco! Priorização de atividades

A chave para priorizar atividades está em saber o que NÃO fazer. Uma vez que temos as nossas prioridades definidas, nossas atividades definidas, precisamos disser não a tudo aquilo que tire do foco dessas prioridades. Perdendo tempo com atividades minúsculas, responder aquele e-mail que não é urgente, se complicar num tramite simples, perder tempo indo e vindo em algo que poderia ser evitado, o cafezinho esticado, o bate-papo com um amigo e o Facebook no horário comercial, são essas pequenas coisas que nos desviem. No final do dia precisaremos avaliar se atingimos todas as metas do dia, se as nossas prioridades receberam tempo e esforço que merecem. Se vender ou procurar emprego é minha prioridade, pelo menos 60% do tempo do dia tem que ser focado nessa prioridade, sem se deixar desviar por outras.

Autogerenciamento: Autoconhecimento e automotivação

Para nos gerencias precisamos nos conhecer, entender por que pensamos como pensamos, por que tomamos as decisões que tomamos.  Nesse sentido, precisamos entender um processo muito comum, pelo que passamos todos os dias: a psicologia de mudança?

  1. Entender a psicologia da mudança

Está com raiva? Está resistente com algo? Tranquilo, isso pode ser somente uma etapa, um estagio dentro de processo de assimilação de uma mudança. Isto vale para mudanças boas e ruins, pequenas ou grandes. Nelas, todos passamos pelas etapas de:

  1. Choque,
  2. Negação,
  3. Raiva,
  4. Culpa,
  5. Negociação,
  6. Depressão,
  7. Aceitação e
  8. Solução de problemas.

Todos nós passamos por essas etapas, nessa ordem, pudendo oscilar entre etapas. O que diferencia os indivíduos é a velocidade em que esse processo acontece, alguns minutos ou alguns meses. Se fomos forçados a passar por uma mudança, seria normal sentir raiva (estagio 3), culpar os outros ou a sim mesmo (estagio 4). Dependo da maturidade emocional, conseguiremos superar estas etapas e passar a solução de problemas, que é aonde tomamos ações já tendo nos adaptado a mudança.

  1. Evitar pesos emocionais

Temos algum lastro emocional? Alguma magoa? Alguma alegria que não se repete? Uma conquista que alimenta nosso ego, mas que já passou? Precisamos nos livrar de qualquer sentimento que nos impeça de avançar, que sejam pesos morto. Temos algum ressentimento com alguém? Vamos nos perdoar e perdoar, jogar fora esse peso e seguir em frente.

Este aspecto faz parte da maturidade emocional que prejudica muitos projetos e empreendimentos, de acordo com pesquisas efetuadas nas maiores empresas do mundo.   Estas pesquisas apontaram 5 atitudes chamadas de “pecados capitais do gerente”:  

  1. Arrogância: impor sua vontade desconsiderando os outros
  2. Excesso de ambição: dar um passo maior que o pé
  3. Fraudulência: prometer para agradar, dar somente boas notícias e mais.
  4. Abstinência: se omitir de fazer algo ou dar opinião importante
  5. Ignorância: agir se fazer as análises devidas

Todas estas atitudes deveram ser evitadas se queremos conquistar objetivos.

Como vimos, somos responsáveis pelos nossas atitudes, pensamentos e ações. Tendo ciência do que alimenta uma raiva, um ego, uma arrogância, ou qualquer sentimento que nos impede de agir na direção das nossas metas, poderemos nos auto-gerenciar, decidir o que fazer ao respeito, mudar pensamento e sentimentos.

Os cenários do mercado mudam, o Brasil e conhecido por ter mudanças muito bruscas, os brasileiros são famosos pela sua capacidade de se adaptar e mudar.  Para melhoras nossos resultados, precisaremos mudar algumas coisas, talvez precisemos fazer mudanças na raiz dos nossos pensamentos e sentimentos, para poder alinhar nossas ações com os nossos objetivos reais, aquilo que realmente queremos  da nossa vida.

Espero que estas “super dicas” sejam uteis, por favor deixem suas dúvidas e sugestões nos comentários.


Fonte: Artigos Administradores / 7 super dicas de eficiência pessoal para tempos de crise

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