A morte do gerente! Será este o nosso fim?

A morte do gerente! Será este o nosso fim?

Será este momento o fim do corpo gerencial? Será esta a hora de demitir todos os gerentes? Consegue imaginar uma empresa sem um supervisor, um modelo de auto gestão, será que estamos preparados? Acredito que sempre existirá mercado para o bom gerente, que consegue gerar resultados palpáveis

Em meio ao momento de crise, já vejo algumas matérias anunciando o fim da função de gerente, manchetes alarmantes dão conta de será um cargo em extinção, será que as futuras gerações de funcionários estarão prontas para viver e trabalhar sem os olhares de um chefe? Fato que tudo está mudando, como cata Lulu Santos:

“Nada do que foi será

De novo do jeito que já foium diaTudo passa, tudo semprepassará

A vida vem em ondas,como um mar

Num indo e vindoinfinito.”

Temos visto o surgimento de novas ferramentas de colaboração, que facilitam e organizam o trabalho entre pessoas de uma mesma organizações ou até de organizações diversas em espaços geográficos distintos, obviamente que este fatos reduza a necessidade de supervisão pois a própria ferramenta faz papel de um gerente controlando o fluxo de informação, alertando sobre prazos e resultados, porém ainda esta longe de alcançar o conhecido chão de fábrica, estas ferramentas tecnológicas estão acessíveis apenas para grandes empresas em especial de base tecnológica, setor inovadores, ainda distante da realidade da grande maça.

Grande parte das pessoas que atuam hoje profissionalmente não possuem o autonomia necessária para auto gestão, sabemos que esta é uma característica desejável, porém habilidade difícil de ser constituída, prova é a educação à Distância com alta taxa de evasão, pois as pessoas tem dificuldade em organizar uma rotina de trabalho, de saber priorizar o seu tempo em prol do que realmente é necessário ser feito.

Porém estamos passando por um momento de crise, e como nos ensinou Darwin, apenas os mais bem preparados, os mais bem adaptados ao meio, ou seja, os mais flexíveis que foram capazes de ler o ambiente e realizar as mudanças internas a tempo, vão manter seus empregos, Este é um movimento natural, ocorre em toda momento de crise.

As empresas tem como estratégia  a redução de custos, para tanto reduz pessoal, unidades inteiras são descontinuadas ou fechadas, neste contexto são menos cargos de gerentes, são postos de trabalho sendo cortados, e bons profissionais a disposição do mercado.

O que por um lado pé um problema, por outro é uma oportunidade, é o paradoxo do meio copo de agua… Para outras empresas, que não tinham acesso a mão de obra qualificada, agora terão mais oferta de pessoal no mercado, assim podem conduzir a troca de seu pessoal, reduzindo os menos qualificados, que geram menos produtividade, mais desperdício e retrabalho por outros mais bem preparados, absorvendo assim o conhecimento de outras empresas, antigas empregadoras.

Para o bom gerente, ou o Gerente Empreendedor, título de nosso primeiro livro, as portas estão abertas, seja na empresa A ou B, ou até mesmo na sua própria empresa, também pe hora de empreender, de forma estruturada e planejada.


Fonte: Artigos Administradores / A morte do gerente! Será este o nosso fim?

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