Aprendemos quando enfrentamos desafios

Aprendemos quando enfrentamos desafios

Se o desafio for feito sem a necessidade de ser fisicamente um super-homem, mas usando a nosso cérebro, tamanho não será documento

Uma pessoa resiliente sabe como tirar lições de situações estressantes ou traumáticas e ir aprimorando o seu comportamento a cada vez que um novo desafio se desponta.

Quando falamos em comportamento, resiliência significa a construção de novos caminhos de vida a partir do enfrentamento de situações muito estressantes ou traumáticas.

Em determinados momentos de algum desafio que alguém está vivendo, ele poderá ser estressante, mas a pessoa resiliente, consegue superar essa situação, através da sua capacidade de ser flexível e atuar com pensamento otimista pois sabe que isso faz parte do seu trabalho.

 Tais problemas nada mais são do que incidentes (acidentes?) de percurso e que, voltando de forma exitosa, tornam nossos conhecimentos ampliados e ficamos melhor preparados para a próxima empreitada, pois vejamos:

 -As crianças caem aprendendo andar,

-As crianças caem aprendendo andar de bicicleta.

-Os lutadores caem nas suas lutas, mas aprendem a cair para suavizar a queda durante as competições.

E todos que caem aprendem também a se levantar.

Cabe a cada um achar a sua própria maneira de se levantar, mas fazer de forma criativa, alegre, como as crianças fazem nas suas primeiras quedas.

O que não se pode é ficar com medo de cair e deixar de fazer o que é necessário.

 Nelson Mandela: “A maior glória de viver não consiste em jamais cair, mas sim reerguemo-nos”.

 No entanto nunca é demais reconhecermos nossa fragilidade ao escolher desafios que ultrapassem as nossas possibilidades de vencer determinados enfrentamentos.

Se você tem uma baixa estatura, meio gordinho com pouca agilidade física e tem como desafio jogar nos times profissionais americanos sua chance será praticamente zero.

 Mas nem tudo está perdido. A maioria das pessoas que tem desafios, não precisa ser um Michael Jordan com 1,98 de altura, um “monstro” de 98 kg de puro músculo, cujo apelido é Air Jordan. Nem preciso comentar porque o adjetivo “Air”.

 Assim, seu trunfo não está nos músculo, mas sim nos seus 86 bilhões de neurônios. Veja, escrevi 86 e não 100 que que era um número mágico de origem meio desconhecida e que foi corrigido pela cientista brasileira Dra. Suzana Herculano-Houzel

 Dois aspectos interessantes do nosso cérebro:

[1[ Ele representa aproximadamente 3% da nossa massa corporal e consume 25% da nossa energia para alimentar as células cerebrais.

 [2]Seu peso aproximadamente, é de 1,300 kg. Outros animais enormes com a baleia cachalote 8,2 kg e do elefante. 5 kg

 Então pessoal, se o desafio for feito sem a necessidade de sermos fisicamente um super-homem, mas usando a nosso cérebro, tamanho não será documento. Isso em relação aos

dois maiores mamíferos do planeta e, por tabela, pessoas de pequeno porte nada teria a dever a um Michael Jordan, mas não se entusiasme muito; Michael Jordan é muito inteligente; QI 154.

 VENCENDO OBSTÁCULOS E APRENDENDO

 Enfrentar e sobrepujar as adversidades e ter uma força que mantém alguém no ringue da vida mesmo vergando um pouco, mais não quebrando é uma característica de alguém com alta resiliência, dono de uma energia interna que se auto contagia e que aceita os problemas como um incentivo, uma oportunidade de aprendizagem e crescimento.

 Os riscos que enfrentamos hoje, são diferentes dos de anos atrás, ou seja, eles se modificaram ao longo do tempo.

 Na Idade Média o tempo de vida era de aproximadamente uns 35 anos.

 Hoje o Japão, por exemplo chega-se praticamente a 100 anos.

 Logo, determinadas doenças desconhecidas na Idade Média, aparecem agora com a longevidade.

 Também com a utilização de equipamentos e aparelhos cada vez mais sofisticados se consegue detectar anomalias no organismo especialmente no seu estado mais inicial, o que permite controlar ou sanar algum tipo de doença.

Alguns autores até questionam se a longevidade é um critério que atesta a resiliência, ou se é resultado de um funcionamento resiliente.

Todo mundo na vida sempre têm alguns conflitos que surgem num determinado momento, quer estejamos preparados ou não para enfrentá-los. Mas enfrentando-os, iremos aprendendo e com mais conhecimentos, teremos condições de encarar os novos e mais complexos desafios, que inevitavelmente virão ao longo da nossa caminhada pelo futuro.

 Mas o que se verifica até de forma curiosa, é que determinadas pessoas parecem enfrentar essa situação de uma forma, digamos quase normal. Enquanto que outras sucumbem de forma espetacular na primeira ventania!

 Essas pessoas mais resistentes, que conseguem enfrentar e transpor obstáculos, são aquelas que denominamos com alto nível de resiliência, ou seja, as diversidades, conflitos, estresses não as derrubam; ao contrário, são enfrentados como desafios e geram mais conhecimentos após o embate e após retorno exitoso, as deixam mais fortes que antes. São pessoas que primam enfrentar desafios e em consequência, ficaram mais sábias na finalização de cada empreitada.

 Para as pessoas com alto nível de resiliência, os problemas funcionavam como um estímulo para mais um embate. Quando eles ocorrem funcionam como uma espécie de exercício que, além de tornar a pessoa mais forte, ela fica estimulada em enfrentar com otimismos novos desafios.

 Para atingir objetivos mais altos, sem dúvida o nível de instrução também mais alto poderá contribuir pra chegar onde se queira chegar.

 Mas nem todas as pessoas terão chances na vida de obter uma educação universitária.

Existem muitos exemplos de pessoas mais simples que conseguiram superar uma situação adversa no seu pequeno negócio, deram a volta por cima e progrediram, fazendo-os crescerem. Assim pode-se concluir que o sucesso depende do nível de resiliência de uma pessoa, muito mais do que pelo treinamento formal e educação recebida.

 Texto do escritor sênior, americano da Pew Research Center: “Durante grande parte da história do país uma educação universitária era um pré-requisito para os ricos, bem conectados ou ambos; dos primeiros 24 homens que se tornaram presidentes, 11 não se formaram numa faculdade (embora três deles tinham participado de alguma faculdade sem obter um diploma) ”.

A título de exemplo, mostramos a lista de presidentes dos Estados Unidos que não tinham título universitário, pois a Constituição Americana, assim como a nossa não tem como exigência essa qualificação:

 Primeiro Presidente: George Washington

Quinto Presidente: James Monroe:

Sétimo Presidente: Andrew Jackson

Oitavo Presidente: Martin Van Buren

Nono Presidente: William Henry Harrison

Décimo segundo: Presidente: Zachary Taylor

Décimo terceiro: Presidente: Millard Fillmore

Décimo sexto: Presidente: Abraham Lincoln

Décimo sétimo: Presidente: Andrew Johnson

Vigésimo segundo: Presidente: Grover Cleveland

Vigésimo quinto Presidente: William McKinley

Trigésimo terceiro: Presidente: Harry S. Truman

 Imagine quanto esses homens aprenderam, enfrentando o monumental desafio de liderar a mais poderosa nação do planeta e, sem curso universitário!

E, além de tudo não é apenas o que aprenderem, mas também o que tiveram que aprender! Ou seja, nem sempre dá para estudar tranquila e completamente e depois aplicar na prática os estudos teóricos.

 Obviamente nenhum de nós é um super-homem, mas se soubermos usar a nossa inteligência emocional, com certeza enfrentaremos desafios e aprenderemos com ele e se formos espertos o suficiente vamos atuar com ajuda de pessoas bem escolhidas. Aquele provérbio africano esclarece muito bem essa ideia:

“Se quer ir depressa vá sozinho, mas se quer chegar lá, vá com os amigos”, (no caso, com a sua equipe!)

 Se os grandes navegadores portugueses fossem esperar a invenção do GPS para singrar os mares, eles não teriam seus nomes escritos no Livro da História dos Grandes Homens. Assim, obtiveram as informações disponíveis na Escola de Sagres fundada pelo Infante D. Henrique por volta de 1417.

Fica até difícil imaginar o que os tripulantes viram, sentiram e aprenderem nas viagens. Como se percebe já há muito tempo que nós aprendemos enfrentando desafios, até mortais e hoje, com a minimização da possibilidade morte mesmo assim, encontramos pessoas que preferem se manter livres de desafios, mas, também ficará livres das possibilidades de aprender.

 PERSEVERANÇA NA BUSCA DO CONHECIMENTO

 Gosto de uma frase dita por um personagem do filme de guerra “Pearl Harbor”:

“A vitória pertence aquele que acredita nela e aquele que acredita nela por mais tempo”.(Em 8 de Dezembro de 1941 as forças japonesas atacaram a base militar americana em Pearl Harbor).

 Uma curiosidade; como o Japão não queria oficialmente, atacar a os Estados Unidos sem antes, uma declaração de guerra, seu embaixador Oahu entregou uma hora antes em Washington, uma declaração, antes da aviação japonesa atacar Pearl Harbor, numa manhã de domingo.

 Outra curiosidade; os operadores do radar que protegia a base americana, viram umas imagens na tela do radar, mas isso foi confundido com a chegada prevista de um grupo de aviões dos EUA. O radar tinha sido instalado apenas uns dias antes do ataque, que danificou ou destruiu 21 navios e 347 aviões, matando cerca de 2403 pessoas e ferindo outras 1.178.

 “A vitória pertence aquele que acredita nela e aquele que acredita nela por mais tempo”.

Se é verdade que temos de acreditar agora em nós mesmos, temos também que acreditar nas nossas possíveis futuras vitórias, especialmente se elas estiverem lastreadas por vitórias anteriores.

 Mas como o termo também afirma, nós não podemos esmorecer, devemos continuar acreditando nas nossas novas futuras vitórias que iremos conseguir.

 A manutenção de uma credibilidade em nos mesmos depende do quanto investimos nessa durabilidade. Credibilidade é um dos fatores de sucesso de um profissional; as pessoas acreditam na sua capacidade e ela é resultado de conhecimentos que não caíram do céu.

 Se estivermos sempre se preparando, de forma organizada para novos eventos desde o mais simples e até os mais complexos, estressantes, com certeza retornamos vitoriosos e aprenderemos novas lições, isso nos dará confiança para enfrentarmos novos desafios e desenvolverá a nossa resiliência.

 Isso somente deixará de ocorrer se deixamos de dar conta disso, dessa nossa força e não tentarmos fazer uso dela.

Teremos que fazer ajustes sim, na forma de reforçar a nossa credibilidade, mas se não dermos a chance a nós mesmos de orienta-la, organiza-la para enfrentar uma nova empreitada, o esforço será em vão.

 Temos muitas provas na nossa vida de que metas desafiantes nos estimularam a dar o que tínhamos de melhor, capacidade essa, que estava apenas adormecida dentro de nós.

 Hoje, graças à ciência, temos resultados de pesquisas, sabemos que um aprendizado aumenta a quantidade de sinapses (conexões) no cérebro, conseguindo assim aumentar a neurogênese, até em pessoas mais idosas.

 Observação: Neurogênese

 Processo de regeneração e de formação de novos neurônios no cérebro. Os neurocientistas, continuam estudando a importância da neurogênese nas pessoas adultas e, parece que ela tem uma importância muito grande no aprendizado e desempenho mental. Assim, tudo induz que o exercício físico e o desenvolvimento das funções cognitivas (enfrentar novos desafios), podem aumentar os níveis de fatores de crescimento no cérebro e estimular a neurogênese.

(As funções cognitivas são divididas em: memória, atenção, linguagem, percepção e funções executivas.)

 DISCIPLINA NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES

 Essa disciplina vale para vida familiar, pessoal, social e profissional e permite a permanência de uma adequada resiliência.

Trata-se obrigatoriamente de praticá-la diuturnamente e para todas as atividades. Essa constância disciplinar apoiada por planejamento dá mais segurança nas decisões tomadas e minimiza a ação dos eventos intempestivos, problemáticos e gera melhores resultados no desempenho das tarefas.

 Uma vida desregrada socialmente, descontrole financeiro, descuidado com a saúde, ausência de exercícios físicos, pouca participação na vida familiar, excesso de tempo nas redes sociais,

 APRENDIZAGEM CONSTANTE

 É como fazer metrô: só tem começo, mas não tem fim.

Todo dia é dia para se aprender e apreender algum novo conhecimento.

 A empresa é uma espécie de universidade gratuita cheia de mestres com altos conhecimentos que podem ser obtidos, desde que o interessado saiba como obtê-los.

 Todo profissional que ama o que faz, também ama explicar que faz.

 Na empresa, isso é feito de forma teórica e prática por quem realmente conhece o métièr.

Inclusive esse questionamento feito a quem domina um assunto, quando bem conduzido pode ser uma forma inteligente de quebrar o gelo quando num trabalho num novo setor.

Temos um aspecto interessante nesse mundo holístico, globalizado e informatizado: com a elevada disponibilidade de informação existente hoje permitiria que alguém interessado em determinado aprendizado conseguiria fazer isso sozinho sem maiores problemas filtrar alhos dos bugalhos, especialmente do Google?

 Aqui temos o aspecto da quantidade grande existente de informação, mais isso não é problema; o inverso sim. Se quantidade fosse problema os hipermercados já teriam sumido do mapa.

 Eu tenho no meu computador, milhares de arquivos e sei onde achar cada um, assim como eu acho o que eu quero num supermercado.

 IMPORTANTE SABER ONDE QUER IR

Assim, o problema nos leva a frase de Sêneca, filósofo grego; “Não há bons ventos para quem não sabe para onde vai”. De forma semelhante Lewis Carroll, escreveu no seu livro “Alice no País Maravilha”, onde Alice pergunta: Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui? Isso depende muito de para onde queres ir – respondeu o gato. Preocupa-me pouco aonde ir – disse Alice. Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas – replicou o gato.

 Ou seja, é fundamental saber o se quer saber, qual informação a ser buscada. O que o executivo acha que precisa; que tipo de deficiência acredita ter e que precisa ser sanada e por aí vai, sem entrar no mérito de quando, como, onde etc.

 Agora meus amigos, sem organização, método, planejamento só mesmo ocorrendo um milagre para as coisas darem certo.

 Quando a autoaprendizagem essa é a minha vida. Funciona. Mas precisa esforço, vontade de realmente aprender, organização etc.

 Pela minha experiência em anos de treinamento constatei nem todo mundo está preparado ou acha que esse é um bom caminho; exige muito estudo e perseverança. Uma Faculdade, uma pós-graduação lhe mostra a estrada profissional da vida a ser percorrida.

 Ela pode inicialmente parecer uma grande reta, bem asfaltada, bem sinalizada que nos leva tranquilamente aos nossos objetivos. Acabamos a faculdade mal colocamos pé na estrada e aí vem a realidade; A estrada tem curvas que fazem demorar nossa chegada a cada degrau do organograma. Ela tem várias ramificações que não conhecíamos e temos que fazer cursos adicionais.

 Tem motoristas que não seguem a leis de trânsito, excesso de velocidade, param em acostamento, dirigem embriagados, andam na contramão. Então percebemos que essa estrada além de ter competidores, nem todos seguem as regras de honestidade e podem dificultar nossa chegada aos nossos objetivos.

 Esse é a sina de todos nós profissionais, assim, temos simplesmente tocar em frente. E com os conhecimentos que vamos adquirindo, desenvolvemos a nossa resiliência e as coisas ficam mais razões para serem enfrentadas.

 MENTE SÃ EM CORPO SÃO

 No estudo, trabalho mental, assim como num esporte físico, temos limites impostos por nossa capacidade de enfrentamento.

Caso ultrapassarmos esses limites, o aprendizado fica prejudicado. A partir de um determinado momento de cansaço, o cérebro não consegue reter a informação recebida.

Devemos ter um princípio geral tipo: estude e use com parcimônia o tempo com diversões, se estiver em época de provas ou fazendo cursinho para vestibular.

É preciso dormir as horas necessárias que o corpo exige. Foram feitos estudos com dois grupos de estudantes. Todos receberam as mesmas aulas, mas um dos grupos ficou mais tempo desperto.

Restringiram o seu tempo de sono desse grupo. Conclusão; suas notas foram menores do que grupo que dormia normalmente. Isso, de certo modo está relacionado aos dois tipos de memórias que temos; uma de Curto Prazo e outra de Longo Prazo.

A de Longo Prazo recebe a informação da Memória de Curto Prazo e é armazenada em uma parte do cérebro conhecida como córtex e tem capacidade ilimitada.

Isso ocorre durante o sono profundo.

Assim, sem a condição normal de dormir, a informação não chega à Memória de Longo Prazo. Dessa forma uma noite mal dormida restringe a nossa aprendizagem

 Ralph Nader, advogado e político estadunidense de origem libanesa:

 Quanto mais desenvolvermos nossas habilidades em determinados talentos, mais as nossas funções cerebrais serão exercitadas e melhor será a performance da nossa memória.

Os nossos neurônios precisam de se exercitar, estar sempre em ação. Podemos até fazer uma comparação do resultado que conseguimos quando fazemos exercícios físicos que melhoram, fortalecem nossos membros.

 O próprio Mal de Alzheimer, uma doença que atinge milhões de pessoas no Brasil com mais de 60 anos, doença ainda incurável, que é a que é a quarta causa de morte de idosos entre 75 e 80 anos nos Estados Unidos, perde apenas para infarto, derrame e câncer, segundos diversos estudos confirmam que as pessoas que se mantem ativa em leitura, estudos, conseguem retardar o início dessa doença.

 A cada experiência que se vive pode ser um aprendizado positivo ou seja, nossas experiências por mais traumáticas que sejam sempre nos trazem novos conhecimentos, novos pontos de vistas, nos deixam mais forte, permitindo nos reerguemos para o próximo desafio, continuando de pé no rinque da vida.

 Hoje, nesse mundo corporativo onde se exige resultados melhores e mais rápidos é quase uma obrigação desenvolver nossa resiliência no sentido de estarmos mais bem preparados para atender essa pressão por resultados, que já se tornou uma constância no dia a dia.

 Ter planos de futuros projetos que ainda precisam de tempo e condições para serem enfrentados.

 Assim fazendo, mental e inconscientemente resulta numa preparação mais confiante quando chegar a hora de iniciar, além de o nosso cérebro (coisa que não percebemos) está, dia a dia processando as etapas desse futuro evento, analisando os prós e contras. Assim fazendo, sentimos menos ansiedade.

 Mas se a gente faz o que gosta, procurar conhecer mais sobre o assunto deixa de ser uma simples obrigação e passa a ser uma espécie de hobby remunerado, frase criei para caracterizar a realização de um trabalho feito de forma estimulante e amistosa.

 NEUROPLASTICIDADE

 -Pode-se dizer que é a capacidade das nossas células cerebrais de continuarem aprendendo coisas novas.

-Isso ocorre através da reorganização das suas conexões.

-Ao aprender novas habilidades novas reorganizações ocorrem com os nossos neurônios.

-Assim aprendemos, memorizamos à medida que temos novas experiências na nossa vida.

-Há quatro séculos atrás essa capacidade do nosso cérebro não era reconhecida, tanto assim que ainda hoje escutamos aquela máxima (agora defasada) “Não se pode ensinar truques novos para cachorros velhos”.

Agora, sabe-se que cérebro humano funciona como um músculo que através de determinadas ginásticas mentais pode melhorar seu desempenho e, dessa forma, estratégias de comunicação aqui expostas possam ser gerar mudanças de comportamento. Resumindo; enfrente desafios e aumente seus conhecimentos. Conhecimento livresco, necessário, pode ser aprendido num ambiente climatizado de uma biblioteca, mas na Universidade da Vida não é bem assim, é mais difícil e doloroso, mas quando se aprende sentido com emoção, o conhecimento fica gravado eternamente.

Bem, meu amigo, minha amiga, se você venceu o desafio de ler até o fim esse artigo, com certeza, você aprendeu algumas coisas e, eu também, pois o meu desafio de escrever um artigo por semana resulta num acréscimo de conhecimento, pois sempre procuro pesquisar para dar mais conteúdo a você que merece todo o meu respeito pelos minutos dedicados não somente a esse artigo, como dezenas de outros que escrevo. Esse, como muitos outros, têm flashes do meu novo livro, resiliência que está sendo publicado e que espero que venha a ter mesma receptividade dos meus artigos que recebo de você, meu amigo, minha amiga! 

 

 


Fonte: Artigos Administradores / Aprendemos quando enfrentamos desafios

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