Coaching Call: você acredita nisto?

Coaching Call: você acredita nisto?

O Coaching Call é uma excelente ferramenta para estes nossos tempos de “pouco tempo e muitas demandas”, permitindo que um Coach devidamente habilitado possa atender clientes em sessões de coaching através conversas por voz e/ou vídeo conferências…

O Coaching Call é uma excelente ferramenta para estes nossos tempos de “pouco tempo e muitas demandas”, permitindo que um Coach devidamente habilitado possa atender clientes em sessões de coaching através conversas por voz e/ou vídeo conferências, hoje muito facilitadas por ferramentas tais como Skype ou aplicativos como Hangout – ambas que podem ser acionados por mobile, pc ou laptop e afins.

Apesar de algumas críticas ou preconceitos ainda existentes no mercado, principalmente por parte de alguns clientes e Coaches mais tradicionais, esta modalidade tem se mostrado nos últimos 4 anos muito eficaz e assertiva em complemento a processos de T&D no meio corporativo.

Reconheço que o dito preconceito deve-se a um principal fator: “… o grau de amadorismo de alguns Coaches recém formados e que mal aprenderam a fazer coaching pessoalmente e, por questões de competitividade de custos, se lançaram em plataformas virtuais…”.

É importante ressaltar que, assim como acontece com as abordagens de EAD, o radicalismo precisa ser visto também com cautela, sendo o modelo híbrido (formato “blended” com sessões presenciais, eventos de T&D e sessões à distância) o mais adequado e aderente aos mais diferentes perfis de clientes.

Como citado anteriormente, uma abordagem de Coaching Call, exige muito mais do Coach em termos do exercício de inúmeras competências-chave – sem as quais é impossível prestar um serviço de qualidade e realmente contributivo ao Coachee.

Eu particularmente, adoto alguns dos seguintes rituais na prestação de Coaching Call:

  1. Compartilho o meu CV completo, incluindo referências profissionais e de outros Coachees já atendidos por mim;
  2. Deixo claro ao Coachee o programa, minha proposta metodológica e apresento o Contrato de Compromisso Coaching;
  3. Realizo uma revisão minuciosa, antes de cada sessão de Coaching Call, sobre o trajeto escolhido pelo Coachee;
  4. E por fim, presto o Coaching Call com um elevado nível de concentração – fator altamente exigido nesta modalidade (por telefone, Skype, Hangout ou afins há sempre pequenos ruídos, distrações ou gaps de percepções).

Para mim o Coaching Call tem se mostrado uma modalidade de Coaching muito empolgante, desafiadora e eficaz com os meus clientes, e tenho visto também que para as empresas ou patrocinadores em grandes projetos de T&D, isto tem sido uma excelente opção técnica e comercialmente justa para ambos os lados: prestador e contratante de serviços de coaching, consultoria e T&D.

Já na condição de “leaner” e do outro lado da mesa, eu posso compartilhar que a aprendizagem on-line e demais variantes desta mesma opção, incluindo-se aqui o Coaching Call, é parte de um processo sem volta e que tende dia a dia a evoluir e refinar-se – algo que já faz parte da minha opção pessoal e profissional de autodesenvolvimento:

  • Fiz inúmeras especializações, incluindo no exterior, com abordagem EAD;
  • Periodicamente recorro a abordagens à distância para atualização de conhecimento técnico;
  • Já fui atendido, como Coachee, inúmeras vezes na abordagem Coaching Call;
  • Hoje eu tenho aulas semanais em inglês por Skype…

Por fim, como também acontece em qualquer abordagem profissional de Coaching, se não houver envolvimento com ações práticas por parte do Coachee – todo e qualquer esforço acaba ficando sempre comprometido – pois seja por telefone, skype, hangout ou presencialmente, quem sempre toma as decisões e ações no final das contas é o próprio Coachee.


Fonte: Artigos Administradores / Coaching Call: você acredita nisto?

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