Custo LC gerencial – Um diferencial

Custo LC gerencial – Um diferencial

Também quer dizer que sua empresa está usando um método de custeio do início do século 20, totalmente obsoleto, para gerenciar as produtividades e as improdutividades, para precificar os produtos e para maximizar o seu lucro

Para respaldar minha afirmação de que a Precificação Estratégica Pró-Ativa consegue os resultados superiores descritos no artigo “Consultoria Empresarial para mais Produtividade e Competitividade”, vou publicar este e outros artigos esclarecendo os pontos principais do “algo novo” que citei.

Serão dois artigos com o mesmo título, um dirigido ao público em geral e outro dirigido aos acadêmicos.

Ao público em geral esclareço que o primeiro e talvez o principal motivo para que a Precificação Estratégica Pró-Ativa obtenha seus resultados, diz respeito a nova Metodologia LC de Custeio Gerencial que adota, enquanto que absolutamente todos: consultores, consultorias, especialistas, acadêmicos, softwares ERP (Enterprise Resource Planning ou Planejamento de Recursos da Empresa), utilizam um ou até dois dos “métodos importados” abaixo:

  1. Custo Padrão – de origem americana foi concebido no final do século XIX (por volta dos anos 1.900)

  2. Custo Integral, erroneamente chamado de absorção, já que absorção é um princípio dos métodos de custeio – foi desenvolvido no início do século XX (por volta dos anos 1.910)

  3. Custo Direto (Variável) – método desenvolvido no início do século XX (por volta dos anos 1.910)

  4. RKW (Centros de Custos) – método alemão criado por volta da Segunda Guerra Mundial, por volta de 1.940

  5. UEPs – criado pelo francês Georges Perrin por volta de 1.938

  6. ABC – desenvolvido pelos americanos Kaplan e Andersonnos anos 80 (por volta de 1.985)

  7. O método TDABC (ABC induzido pelo tempo) foi criado neste século pelos mesmos criadores do ABC para corrigir algumas limitações e facilitar sua aplicabilidade, é praticamente desconhecido das empresas brasileiras e afirma que o tempo é o único direcionador dos custos.

Só pelas respectivas datas que foram criados fica claro do porque quase todos “falham no aspecto gerencial”, ainda que dois deles (Integral e o Padrão) atendam o aspecto contábil.

É importante lembrar que o objetivo da criação de quase todos estes métodos foi para atender a ciência Economia (Contabilidade) e por tabela muito parcialmente as ciências Administração e Engenharia.

Em contrapartida a Metodologia LC de Custeio Gerencial que criei faz alguns anos é para atender plenamente as quatro ciências Administração, Economia, Engenharia e Marketing e também facilitar a sinergia entre elas, objetivos que promovem reais benefícios gerenciais.

Os fundamentos do TDABC faz com que se aproxime mais das necessidades atuais de um moderno método de custeio, porem só o fato de utilizar os dados coletados pelos ERP, assim como fazem todos os outros métodos, já mascara e prejudica os resultados no “âmbito gerencial”.

Também preciso dizer que não é só o tempo o único direcionador dos custos como afirma o TDABC e sim os tempos, além do que existem outros direcionadores que também precisam ser utilizados.

A propósito a Metodologia LC de Custeio Gerencial usa quatro (4) tempos e a Precificação Estratégica Pró-Ativa usa outros seis (6) tempos, portanto utilizam um total de dez (10) tempos ampliando sensivelmente o que deve ser medido para que possa ser melhorado/racionalizado.

É de fato um grande diferencial, pois todos estes tempos estão presentes nas indústrias, ainda que muitas os desconheçam, assim administrá-los e principalmente usá-los no custeio e na precificação só a Precificação Estratégica Pró-Ativa consegue, apresentando sem máscaras a realidade da situação e a partir disso simulando as racionalizações para que as vantagens competitivas aconteçam.

Mas o que faço se minha empresa já tem um ERP implantado?

Minhas pesquisas indicam que basicamente são dois os métodos de custos usados por qualquer ERP, “o Integral no Brasil e o Padrão no mundo”.

Isto quer dizer que você tem uma excelente ferramenta para controlar e agilizar os processos da empresa, que está plenamente atualizada e é adequada para atender os informes fiscais e financeiros.

Entretanto também quer dizer que sua empresa está usando um método de custeio do início do século 20, totalmente obsoleto, para gerenciar as produtividades e as improdutividades, para precificar os produtos e para maximizar o seu lucro.

Isto é um fato inerente ao uso de qualquer ERP, do mais caro e famoso ao mais simples.

Mas como fica a empresa então?

Na prática após a implantação das minhas soluções customizadas o ERP existente continua funcionando normalmente para atender tudo “menos o que tange produtividade e precificação” que fica a cargo da Precificação Estratégica Pró-Ativa, ou seja, o Custeio LC Gerencial que é independente do ERP funciona para subsidiar as decisões e a precificação, e o Custeio Contábil existente no ERP funciona para os processos contábeis.

Na prática isso faz alguma diferença?

Faz toda a diferença, estimo que as perdas/improdutividades nas empresas nacionais chegam a 75% ou mais (40% de horas paradas, 20% dos processos internos e 15% da falta de estratégias mercadológicas), fora as perdas inerentes ao Custo Brasil.

Assim estes 75% de perdas/improdutividades são as racionalizações possíveis que só a Precificação Estratégica Pró-Ativa atinge, ampliando o que pode ser medido aumentamos o que pode ser melhorado, isto impacta diretamente o lucro líquido.

Este é um diferencial exclusivo do “algo novo” que comprovadamente estabelece reais vantagens competitivas.

Alem do mais qualquer um dos métodos de custos obsoletos citados:

  • Não fornecem as ferramentas gerencias estrategicamente necessárias para as racionalizações nos processos e nem fazem agilmente as simulações

  • Mesmo naquilo que controlam não é em tudo que o fazem corretamente

  • Não conseguem medir consequentemente não racionalizam todas as perdas/improdutividades

  • Baseiam-se em fundamentos ultrapassados

  • Não conseguem retratar as variações nas demandas o que é crucial para a precificação correta e eficaz

 É muito importante dizer que esta afirmação de que são métodos obsoletos é compartilhada por “todos” os maiores mestres mundiais, e este foi o principal motivo para que eu desenvolvesse a Metodologia LC de Custeio Gerencial.

“Se você quer algo novo, você precisa parar de fazer algo velho – Peter Drucker”

Dedico este artigo aos que acreditam no “algo novo” como um diferencial para obter vantagens competitivas e alerto aos que preferem apenas fazer o “algo velho e importado”, que reflitam sobre qual das duas opções seus maiores e melhores concorrentes adotam.


Fonte: Artigos Administradores / Custo LC gerencial – Um diferencial

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