Desequilíbrio emocional: o inimigo de nossas carreiras

Desequilíbrio emocional: o inimigo de nossas carreiras

Todas as áreas da vida humana são potenciais geradoras de stress, mas nenhuma tem sido tão eficiente nisto como a área dos negócios. São muitas variáveis e muitas expectativas envolvidas, sobre as quais não temos domínio ou controle, portanto é um jogo explosivo.Neste jogo podemos facilmente perder o equilíbrio emocional e entrarmos na perigosa área do desequilíbrio emocional. Como o Desequilíbrio Emocional afeta nossas carreiras, negócios e relações com a família? Quais são as suas principais causas e consequências? Qual é o caminho da cura? Estas são algumas questões que deverão ser respondidas neste artigo

A capacidade de lidar com as pressões e as problemáticas da vida, sem perder o raciocínio lógico e coerente, é o que chamamos de Equilíbrio Emocional.

Todos nós, em menor ou maior intensidade, de vez em quando, perdemos este equilíbrio emocional. Tudo vai depender do tamanho das pressões que estamos sendo submetidos e a nossa sensibilidade a elas.

Se as adversidades da vida conseguirem superar a nossa capacidade de suportar pressões, a estabilidade emocional estará comprometida e passaremos a vivenciar o desequilíbrio emocional.

Quando entramos na perigosa área do desequilíbrio emocional, temos a tendência de agir de forma precipitada, seja em relação às atitudes ou em relação às palavras.

É mais ou menos como quando vamos fazer compras no supermercado e estamos com fome. A fome irá produzir a pressão que nos conduzirá ao desequilíbrio e, dependendo da sua intensidade e a nossa sensibilidade a ela, compraremos coisas que não deveríamos comprar. Nunca faça compras no supermercado quando você estiver com fome.

Falar ou tomar decisões quando estamos sob a influência do desequilíbrio emocional é altamente prejudicial a nossa vida como um todo. O desequilíbrio emocional destrói casamentos, amizades e negócios.

As pessoas que conseguem suportar maior nível de stress sem perder o equilíbrio e a estabilidade emocional possuem uma grande vantagem competitiva em relação àquelas que não detêm esta característica, mas que, ao contrário, são facilmente levadas ao desequilíbrio.

Todas as áreas da vida humana são potenciais geradoras de stress, mas nenhuma tem sido tão eficiente nisto como a área dos negócios. São muitas variáveis e muitas expectativas envolvidas, sobre as quais não temos domínio ou controle, portanto é um jogo explosivo.

Pessoas com alta sensibilidade e com dificuldades de manter o equilíbrio emocional sofrem de forma extrema neste jogo, seja pelo desgaste em conter-se diante das pressões, seja pelas consequências advindas de suas tomadas de decisões quando estão sob o efeito do desequilíbrio.

Partindo do principio que todos possuímos, em maior ou menor grau, certo desequilíbrio emocional, a pergunta que não quer se calar é:

O que podemos fazer para aumentar nossa capacidade de resistência às pressões e adversidades da vida, de forma que nos tornemos menos susceptíveis ao desequilíbrio emocional?

Para respondermos a esta importante questão, precisamos conhecer três fatores relacionados ao desequilíbrio emocional:

Possíveis consequências

Possíveis causas

Possíveis curas

Alguém pode questionar o porquê de apresentarmos primeiro as consequências, depois as causas e por fim as possíveis curas, ao invés de colocarmos as causas em primeiro lugar.

O motivo desta sequência é que a cura emocional passa pelo nosso desejo de ser curado e isto só é possível quando estendemos que o desequilíbrio emocional compromete ou comprometerá algo que é importante para nós, ou seja, precisamos nos conscientizar que todas as vezes em que perdermos o nosso equilíbrio emocional haverá consequências.

Tendo conhecimento das consequências e a sua interação com aquilo que é importante para nós, provavelmente ficaremos mais motivados a buscar conhecer as causas e, obviamente, a cura.

Sem a vontade pessoal de mudança, não haverá transformação, pois a transformação emocional começa de dentro para fora e não de fora para dentro e necessariamente passa pelo nosso desejo pessoal de mudança.

Entendo que o inicio da cura é o nosso desejo por ela , e que este por sua vez é alimentado pela conscientização da presença das consequências do desequilíbrio emocional em nossas vidas.

A falta do equilíbrio emocional, pode, entre outras coisas, produzir um ou mais destes sintomas em nossas vidas:

  1. Potencialização de Carências
  2. Perpetuação de Traumas
  3. Doenças psicossomáticas
  4. Introversão exagerada
  5. Dificuldades de estabelecer relacionamentos
  6. Ansiedades
  7. Medos
  8. Inseguranças
  9. Raivas explosivas
  10. Dificuldades de manifestar emoções
  11. Depressões
  12. Vícios
  13. Busca de prazeres doentios
  14. Compulsões
  15. Desejo de Suicídio
  16. Etc..

Estes sintomas podem se desdobrar em diversas consequências: desemprego, falência, divórcios, dependências químicas, etc…

A potencialidade de manifestação destes sintomas em nosso cotidiano é inversamente proporcional a nossa capacidade de lidar com as pressões e as problemáticas da vida, sem perder o raciocínio lógico e coerente, que é o que chamamos de Estabilidade Emocional.

Quando somos confrontados pelas dificuldades do dia a dia, os distúrbios emocionais, que se manifestam em forma de emoções extremas, bloqueiam em maior ou menor intensidade a nossa capacidade de raciocínio, impedindo que sejamos capazes de pensar de forma clara e, consequentemente, agir de forma sensata e ponderada.

Dependendo da intensidade do estimulo a que somos submetidos (dificuldade) e de como está o nosso equilíbrio emocional neste momento, somos capazes de fazer coisas que certamente nos arrependeremos depois.

Mas, afinal, quais são as causas básicas do desequilíbrio emocional e o que podemos fazer para aumentar nossa capacidade de resistência às pressões e adversidades da vida, de forma que nos tornemos menos susceptíveis a ele?

Para respondermos a esta questão é necessário sabermos que a formação da estrutura emocional que irá suporta o nosso equilíbrio, fazendo com que sejamos capazes de lidar bem com os problemas da vida, está intimamente ligada à qualidade do relacionamento que recebemos de nossos pais quando éramos crianças.

A interação e as manifestações de carinho vindas dos pais permitem que a criança tenha a necessária sensação de segurança que irá contribuir para que, dentro deste ambiente propicio, venha desenvolver uma melhor capacidade de gerenciar as suas próprias emoções, tendo uma convicção natural de que as coisas sempre vão dar certo.

À medida que a criança cresce e atinge a fase da adolescência, mocidade e fase adulta, este processo se consolida pelos incentivos e estímulos que recebe por parte dos pais. Estes incentivos e estímulos vindos dos pais se contrapõem as pressões naturais que os filhos são submetidos no mundo externo, enquanto vão se liberando do conforto do ambiente materno e paterno, passando de forma gradativa para a realidade do dia a dia fora de casa.

Quanto menor a idade da criança maior deve ser a proteção oferecida pelos pais a ela. Esta proteção deve ser reduzida a medida que esta criança cresce e amadurece o seu ser físico e emocional. Este processo se consolida de forma plena quando os filhos atingem a maturidade emocional e estão aptos a sair de casa e formarem suas próprias famílias.

Esta é a ordem natural das coisas…

Este processo de crescimento e de amadurecimento do ser emocional, quando acontece de forma sadia, alcança sua plenitude quando saímos da infância, adolescência e mocidade e entramos na fase adulta, o que em geral acontece aos 21 anos de idade.

A forma como este processo foi descrito acima pode ser encarado por alguns como o modelo ideal de acontecimento das coisas. Porém, sabemos que na vida real nem sempre tudo acontece da forma como desejamos. Há famílias com problemas tão sérios que só a existências deles pode comprometer a qualidade do relacionamento familiar.

Alguns exemplos de problemas que podem comprometer a relação dos pais para com os filhos são: Divórcios, dependência química, distúrbios neurológicos, patologias, compulsões, crises financeiras, desemprego crônico, orfandade, abandono, etc…

Independente dos fatores que vierem a produzir tal situação, todas as vezes que uma criança é submetida a um stress para o qual ela não está preparada e não recebe, como contrapartida, o apoio do pai ou da mãe, ela poderá ter sua estrutura emocional comprometida, vindo a se tornar um adulto com mais dificuldades de manter o equilíbrio emocional do que aquela que, ao contrário, teve o apoio da família nestes momentos críticos.

Há fatores que potencializam o comprometimento da formação sadia do ser emocional de um indivíduo. Entre estes fatores, podemos citar a genética. Há uma importante carga hereditária que se transfere de pai para filho no que diz respeito ao organismo emocional. Este fator não é significativo quando a criança é criada em um ambiente próximo do ideal, pois o ser emocional em sua formação é mais influenciado pelo comportamento aprendido do que pelas características herdadas. Quando o ambiente familiar é harmônico, ele potencializa as características boas herdadas pela genética. De forma inversa, em relação às características ruins, que poderiam comprometer o equilíbrio emocional do adulto gerado naquela criança, o ambiente harmônico parece ter a propriedade de extingui-los, não permitindo que eles se manifestem. Porém, quando o ambiente de formação do ser emocional se afasta do ideal, parece haver uma potencialização de características hereditárias que poderão ajudar a comprometer até mesmo a personalidade da criança e consequentemente do adulto que está sendo formado nela.

O limite do nosso equilíbrio emocional, ou seja, o ponto de pressão produzido pela vida que nos levará ao desequilíbrio emocional, tem muito a ver com a forma como nossos pais nos criaram e influenciaram a nossa personalidade e o nosso caráter. Quanto mais harmonioso foi ambiente familiar onde fomos criados, provavelmente, maior será a nossa capacidade de lidar com os problemas da vida sem perder o equilíbrio emocional. A reciproca também é verdadeira… Quanto menos estruturado e harmonioso foi o ambiente familiar onde fomos criados, provavelmente, maior será a nossa sensibilidade aos problemas da vida e em um ponto de pressão menor perderemos o equilíbrio emocional.

Mas, afinal, a partir deste conhecimento, o que podemos fazer para aumentar nossa capacidade de resistência às pressões e adversidades da vida, de forma que nos tornemos menos susceptíveis a ele?

Creio sinceramente que, para superarmos o legado que herdamos e que influenciou o nosso modo de ser, precisamos colocar em prática os 6 passos abaixo:

Primeiro passo -Tomarmos a decisão de mudar

As mudanças de hábitos em nossas vidas passam necessariamente pela decisão pessoal de mudar. Se não quisermos mudar, nenhuma influência externa será capaz de fazê-lo.

Se, diante da constatação das consequências desastrosas que o desequilíbrio emocional nos traz, tomarmos a decisão de mudar, então já temos a base necessária para que a mudança aconteça e ela certamente acontecerá.

A velocidade com que esta mudança acontece é inversamente proporcional ao tamanho de nosso orgulho e vaidade, fatores que obscurecem a nossa visão e nos impedem de ver nossas próprias falhas, principalmente àquelas que são congênitas e que já produziram uma série de problemas no nosso histórico de vida e na vida das pessoas que nos cercam. Devido ao nosso orgulho e a nossa vaidade, admitir estás falhas nos dá a sensação de que somos responsáveis ativos por estes problemas e não meros espectadores passivos, o que nos deixa extremamente desconfortáveis.

O principio da cura é a conscientização de que a doença existe e ela precisa ser tratada, com risco de levar a morte coisas que nos são queridas, como casamento, negócios, relacionamentos com os filhos, carreira, saúde, etc…

Segundo passo – Mudar nossa forma de pensar para que pensemos coisas positivas

Diariamente somos bombardeados por más noticias. Parece que a única coisa que temos de certeza é que as más noticias virão. Aos poucos vamos nos deixando impregnar por uma cultura negativista. Nossa mente fica soterrada de preocupações e ansiedades. Os estímulos negativos externos, somados as inseguranças latentes que herdamos de nossos relacionamentos e experiências anteriores, nos deixam vulneráveis e não conseguimos manter o equilíbrio emocional.

As experiências traumáticas nos tornam predispostos ao desequilíbrio e os estímulos externos negativos são a gota d’agua para que a situação fique fora do nosso controle. Alguns, em casos extremos, devido ao desequilíbrio emocional, se tornam violentos, outros se tornam tímidos e incapazes de qualquer ação. A grande maioria de nós fica gravitando entre estes dois limites. Dependendo de nossa personalidade e do nosso caráter, sob efeito do desequilíbrio, somos capazes de fazer coisas que não imaginámos fazer quando estamos equilibrados emocionalmente..

A única forma de cortar este efeito devastador sobre as nossas emoções é eliminar a gota d’agua. Como fazer isto? Buscando olhar as coisas sob uma ótica positiva e deixar de alimentar a ansiedade com pensamentos negativos. É possível treinar a mente para que ela se fortaleça e se torne refratária aos pensamentos negativos. Pessoas que veem a vida de forma positiva vivem mais e melhor.

Lembre-se, o primeiro passo para a mudança é a vontade de mudar.

Terceiro passo – Buscar conviver com gente que nos faz bem

Muitas vezes, a vida nos obriga a nos relacionarmos com pessoas baseadas em interesses. São relacionamentos focados em negócios e objetivos, onde o principal foco é assinatura de um contrato. Neste ambiente, ninguém almeja uma amizade duradoura. Não há nada de errado nisto, até porque esta é a dinâmica do mundo dos negócios. Relações casuais, formais e institucionais caracterizam este mundo. Entretanto, não dá para viver se sustentando em cima deste tipo de relacionamento. Precisamos de algo mais profundo, menos desinteressado, mais comprometido conosco como ser do que com aquilo que temos para oferecer como retorno. Precisamos de amigos! Não são muitos, até porque bons amigos valem ouro. Dois ou três já está muito bom, se conseguirmos identificar. Como saber quem são nossos verdadeiros amigos: Devemos fazer para nós mesmo a seguinte pergunta: Se eu falir e ficar sem um tostão furado, quem virá me visitar e perguntar se eu preciso de alguma ajuda? Quem fica do meu lado, mesmo quando eu estou errado? Talvez esta pessoa seja alguém que damos pouco valor atualmente. Talvez seja alguém que aos nossos olhos não teve muito sucesso. Talvez alguém muito mais velho do que nós. Enfim, precisamos refletir onde estão estes que quando estão conosco nos fazem sentir bem, que nos impulsionam para cima, que nos amam sem compromisso, que querem o nosso bem estar. Estas são as pessoas que devemos trazer para perto de nós, valoriza-las e jamais despreza-las.

Quarto passo – Intensificar o relacionamento com a nossa família

Esposa, filhos, pais, avôs e avós, irmãos e irmãs são pessoas preciosas que muitas vezes preterimos porque achamos mais importante fazer negócios. A nossa desculpa é que não temos tempo para dar atenção para elas. Trabalhar é bom, fazer negócios é ótimo, ganhar dinheiro é excelente, mas, nada disso vai preencher o vazio que existe dentro de nós e que precisa ser preenchido por coisas que não podem ser compradas. Um bom casamento não é obra do acaso, precisamos investir nos nossos relacionamentos com mais zelo e mais dedicação do que a forma como investimos nosso dinheiro. Voltar para casa e reencontrar com a filharada é uma sensação muito gratificante e que faz um bem danado para o nosso ser emocional. Precisamos disto. Nunca é tarde para mudarmos as coisas, porém o principio da mudança é o desejo pela mudança. Se quisermos, podemos fazer com que o nosso casamento seja um sucesso, nossos filhos nos amem e nossos pais se sintam felizes conosco. Há muitas recompensas pelos nossos esforços de investir na família. Fortalecemos nosso ser emocional, nos tornamos mais resistente as intempéries da vida, aumentamos nosso equilíbrio emocional e passamos a viver uma vida mais feliz.

Quinto passo – Perdoar nossos pais

Como já foi dito antes, boa parte dos traumas que comprometeram nossa saúde emocional, estão relacionados intimamente com a forma como fomos criados pelos nossos pais. Se fizemos parte de uma família equilibrada, que nos proporcionou um ambiente saudável de carinho e segurança, provavelmente nos tornamos adultos equilibrados emocionalmente e muito menos susceptíveis aos desequilíbrios emocionais. Porém, a grande maioria de nós, ao contrário disto, carrega o fardo de inúmeros traumas oriundos dos conflitos existentes no seio de nossas famílias e alguns destes traumas comprometeram de forma quase irremediável o nosso equilíbrio emocional, nos tornando mais susceptíveis aos desequilíbrios emocionais e as suas consequências. A boa noticia é que isto tem cura e o remédio se chama PERDÃO. Precisamos perdoar aqueles que de alguma forma, mesmo que intencionalmente, nos magoaram. O perdão é muito mais terapêutico para quem perdoa do que para quem é perdoado. Quem já passou por esta experiência, sabe como ela é difícil e dolorida. Perdoar não é fácil, mas é necessário. O trauma nos imobiliza, o perdão nos liberta. No momento que perdoamos nossos pais ou qualquer outra pessoa que nos afligiu, passamos para outro patamar da existência humana no que diz respeito ao lido com as nossas emoções. A sensação de liberdade produzida pelo perdão supera em muito a dor produzida pela dificuldade em perdoar.

Sexto passo – Manter um relacionamento com o Divino

Não estamos falando em religião. Estamos falando em manter um relacionamento com alguém que é superior a nós e que está disposto a nos ajudar naqueles momentos em que ninguém pode nos ajudar. Não quero entrar na discussão se Deus existe ou se ele não existe. Sinceramente, não me vejo obrigado a comprovar ou não a sua existência. Acho fútil esta discussão. Cientificamente não há provas que Deus existe, também não há qualquer evidência concreta e definitiva de que ele não existe. Provar a sua própria existência é um problema de Deus e não meu ou seu. Se ele existe, ele que prove que ele existe. Até acho que ele tomou uma decisão de só se revelar para quem ele quer e não para todos. O fato é que crer ou não crer em sua existência é uma decisão pessoal. Agora, falando como terapia, faz um bem danado conversar com ele! Quem já experimentou sabe o bem que isto faz. Para ele podemos falar tudo que estamos pensando sem medo de que alguém venha usar alguma destas coisas que dissemos contra nós. Na conversa com ele, podemos ser sinceros e expressar as nossas limitações e as nossas fraquezas. Podemos pedir ajuda para querer mudar o que tem que ser mudado, pedir ajuda para mudar o que precisa ser mudado, pedir ajuda para perdoarmos quem precisa ser perdoado, pedir ajuda para estabelecermos relacionamentos sadios e felizes com nossos amigos, cônjuges, filhos, pais e etc..

Pedir ajuda para colocarmos em práticas estes 6 passos e, com isto, vivermos uma vida melhor.

O meu desejo é que sejamos felizes! 

 


Fonte: Artigos Administradores / Desequilíbrio emocional: o inimigo de nossas carreiras

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