É simples, mas não é fácil

É simples, mas não é fácil

Apagar registros ruins é negar nossa própria história. O que foi vivido no passado nos tornou quem somos hoje. Rejeitar nossas origens é estar em guerra com a vida

Apagar registros ruins é negar nossa própria história. O que foi vivido no passado nos tornou quem somos hoje. Rejeitar nossas origens é estar em guerra com a vida. Sabemos que a violência fere física e moralmente.

A primeira ferida é visível à olho nu, já a outra é invisível e por isso tão destrutiva e perigosa. Sua camuflagem é responsável por sintomas que podem levar há uma vida medíocre e mentirosa, tanto para si mesmo quanto aos outros.

Mas como aceitar um período da vida que tanto desprezamos? É simples, mas não é fácil assimilar.

Comece fazendo-se a seguinte pergunta:

      1. Por que eu nasci naquele lugar, com aquela família, com aquelas dificuldades?

      2. Por que nasci naquelas condições?

      3. O que era necessário aprender?

Feitos estes questionamentos, cabe uma intervenção no modo de referir-se ao seu passado adverso.  

Como fazê-lo?

Simples, mas não é fácil. Exige humildade e amadurecimento.

Bem, a saída é interromper um padrão e substituí-lo por outro. Ou seja: Ser o coitadinho para si mesmo reflete a falta de compreensão pela finalidade daquela experiência.

Troque o coitadinho pelo estilo vencedor. É bom lembrar que o verdadeiro vencedor é aquele que vence a si mesmo. Vale então muito à pena abandonar o coitadinho de mim.

Sendo assim, registros ruins são marcas de vencedores ao passo que rejeitá-los reforça uma tendência à auto-sabotagem.

Atenção – reflita e responda-se: – Qual será sua postura daqui para o futuro?

Publicado originalmente no portal Somos Todos Um, do IG


Fonte: Artigos Administradores / É simples, mas não é fácil

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