Folgas, participação nos lucros e cursos: a gestão de pessoas no século XXI

Folgas, participação nos lucros e cursos: a gestão de pessoas no século XXI

Uma recente pesquisa feita pela multinacional holandesa de recursos humanos “Randstad” apontou o Brasil em oitavo lugar no ranking de países com funcionários mais satisfeitos: segundo o levantamento, 75% dos trabalhadores brasileiros estão felizes em seus empregos. Mas, partindo da máxima de que funcionários felizes trabalham melhor e produzem mais, como tornar uma equipe satisfeita?

Uma recente pesquisa feita pela multinacional holandesa de recursos humanos “Randstad” apontou o Brasil em oitavo lugar no ranking de países com funcionários mais satisfeitos: segundo o levantamento, 75% dos trabalhadores brasileiros estão felizes em seus empregos. Mas, partindo da máxima de que funcionários felizes trabalham melhor e produzem mais, como tornar uma equipe satisfeita? Incentivos que vão além da contrapartida financeira fazem parte da resposta.

Outra pesquisa recente, realizada pela revista Exame PME (Pequenas e Médias Empresas), em parceria com a Deloitte, trouxe outro dado interessante: as pequenas e médias empresas que mais crescem no País tentam unir desempenho e qualidade de vida. Para isso, oferecem incentivos como bonificações por resultados em grupo.

Um estudo de caso

A Talk Assessoria de Comunicação se enquadra na categoria de pequena empresa e também adota o modelo de premiação financeira por resultados à equipe, mas acredita que se deve ir além: é preciso valorizar as pessoas, pois não é só o dinheiro que importa. Claro, incentivos como participação nos lucros são importantes. Mas há outros benefícios que agregam qualidade de vida ao colaborador.

Entre os incentivos adotados pela empresa está o estímulo à formação. Nós oferecemos aos funcionários a possibilidade de participar de cursos relacionados à profissão custeados parcial ou integralmente pela empresa. Eu, atualmente, estou fazendo um curso de inglês. Outro benefício adotado pela empresa é a folga na sexta-feira à tarde. Há uma escala de folgas para os funcionários em forma de rodízio – toda sexta alguém tem a tarde livre para fazer o que quiser, desde ir a uma consulta médica até ao cinema. Consideramos importante proporcionar bem-estar à equipe. Aqui, essa medida tem contribuído, inclusive, com o índice zero de faltas ao trabalho.


Fonte: Artigos Administradores / Folgas, participação nos lucros e cursos: a gestão de pessoas no século XXI

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