Gestão de talentos e educação corporativa

Gestão de talentos e educação corporativa

Os elementos dessa atividade

“Problemas na Gestão de Talentos são fonte constante de aflição para executivos na organização moderna. Práticas de gestão de talentos na última geração, sobretudo nos Estados Unidos, foram basicamente disfuncionais, levando empresas a oscilar da folga de talentos à escassez de volta à folga, num movimento sem fim.” (CAPPELLI)

O autor aborda os 04 Princípios operacionais aplicados à gestão de talentos: “1) Produzir e comprar para controlar o risco; 2) Adaptar a empresa à incerteza na demanda de talentos; 3) Elevar o retorno sobre o investimento na formação do pessoal; 4) Preservar o investimento com o equilíbrio de interesses do funcionário e da empresa.” (CAPPELLI)

Resta evidente, a partir da matéria da Revista Harvard Business Review, a necessidade de desenvolvimento dos profissionais da empresa ou do escritório, sendo assim, fundamental o fator humano, para o sucesso das organizações a longo prazo.

Firmando essa ideia, com relação à Educação Corporativa, “essa é a prioridade quando se fala não só do futuro de um país, mas também da sustentabilidade das organizações.”. (2016)

Além disso, elencam-se as vantagens provenientes do tema: “As empresas que optam por desenvolver seus profissionais acabam tendo melhorias em seus processos de sucessão, retenção, inovação e eficiência no preenchimento das vagas. Nesse sentido, a educação corporativa surge como uma solução cada vez mais adotada pelas companhias, dos mais diversos portes.” (2016)

Traz-se, assim, à tona os 06 Desafios Fundamentais da Matéria com Foco no Negócio: “1) Alinhar as ações de educação corporativa às estratégias e objetivos da organização; 2) Assegurar o efetivo envolvimento da alta administração da empresa nas ações, sem o qual fica muito difícil que as iniciativas de desenvolvimento prosperem; 3) Estabelecer mecanismos de conscientização e de incentivo com relação à importância do desenvolvimento, tanto para a empresa como para o profissional; 4) Implementar as ferramentas adequadas de gestão e controle; 5) Fazer um mapeamento correto das necessidades efetivas de treinamento, sempre alinhadas aos objetivos estratégicos da empresa; 6) Selecionar conteúdos confiáveis, principalmente, quando vindos de fornecedores externos, uma vez que há uma oferta abundante das mais variadas fontes.” (2016)

Nesse panorama, indaga-se: “Qual é a melhor forma de investir no desenvolvimento humano?” E a resposta: “Nos Estados Unidos as empresas gastam, em média, 31 horas por ano de uma pessoa com programas de educação executiva. No Brasil, esse tempo cai para 16 horas. E o custo desse investimento também é muito diferente: 1200 dólares contra 518 reais pelas mesmas horas.” (2016)

Finalmente, fica cristalina a necessidade de desenvolvimento dos profissionais, o que lhes é proveitoso, mas, não só, porque do mesmo modo é vantajoso à empresa. Desse modo, o capital humano é essencial no contexto corporativo, devendo, então, ser valorizado e receber investimentos, cujo retorno só trará benefícios.


Fonte: Artigos Administradores / Gestão de talentos e educação corporativa

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