Inovação nas empresas – Usando ferramentas do século passado?

Inovação nas empresas – Usando ferramentas do século passado?

Será que os programas (ERP) utilizam de fato tudo o que há de mais moderno? O que realmente se precisa para que qualquer empresa nacional adquira competitividade mundial?

Estamos na era do computador e a maioria das empresas usam os “modernos” ERP (Enterprise Resource Planning ou Planejamento de Recursos da Empresa) para agilizar seus processos e melhorar suas gestões.

 Mas será que esses programas (ERP) utilizam de fato tudo o que há de mais moderno? 

 Não, definitivamente não.

 Porque qualquer ERP, do mais caro e famoso ao mais simples, basicamente adota dois métodos de custos nas ações contábeis/financeiras e nas ações gerenciais, no Brasil por causa da nossa legislação o “Integral” e no resto do mundo o “Padrão”.

 Acontece que são métodos criados por volta dos anos 1.900, mais precisamente o “Padrão”, de origem americana, concebido no final do século XIX (por volta dos anos 1.900) e o “Integral”, erroneamente também chamado de absorção, criado no início do século XX (por volta dos anos 1.910).

 Até existem alguns poucos ERP que ofertam outros métodos de custeio, conhecidos como contabilidade gerencial, para atuarem conjuntamente com o “Integral”, porem isto pouco ajuda.

 Por que:

 1º.    As informações são oriundas do “Integral”, portanto com as mesmas falhas no aspecto gerencial;

 2º.    Estes outros métodos também são ultrapassados já que surgiram no século passado.

 Isto quer dizer que as empresas compram uma “excelente e atual” ferramenta para atender os informes fiscais e financeiros, porem “obsoleta” para subsidiar as decisões gerencias como: administrar as produtividades e as improdutividades, precificar estrategicamente os produtos e maximizar o lucro.

 É importante salientar que a afirmação de que são métodos obsoletos não é só minha, mas compartilhada pelos maiores e melhores especialistas mundiais, e este foi o principal motivo para o desenvolvimento da “Metodologia LC de Custeio Gerencial”. 

 Neste contexto e sem disfarces é lógico concluir que uma empresa nacional para poder de fato competir não adianta apenas aplicar as mesmas técnicas “importadas” de gestão e/ou adotar os mesmos ERP que todos lá fora usam, pois “estarão sempre um passo atrás” dos seus maiores e melhores concorrentes que já as aplicam há muito mais tempo. 

 É claro que copiando o que estes concorrentes adotam a empresa nacional terá um ganho de produtividade e competitividade, mas este ganho será frente a ela mesma e até frente a alguns concorrentes nacionais, mas “nunca” frente a todos os concorrentes principalmente os maiores e melhores (internacionais). 

 “Qualquer empresa nacional que queira de fato adquirir competitividade mundial” precisa de um algo novo que nem eles lá fora tenham (ainda), não basta apenas importar os mesmos maquinários e as mesmas ferramentas de gestão e “não atacar as nossas improdutividades”. 

 Minha sugestão é que utilizem um ERP para as ações contábeis/financeiras, e adotem a “Precificação Estratégica Pró-Ativa que conta com o Custeio LC Gerencial” para as ações gerenciais que envolvam: produtividade, custeio gerencial, precificação, maximização do lucro e valorização da marca.

 E na prática isso faz alguma diferença?

 Faz toda a diferença.

 Porque a empresa “vai atacar um problema que ninguem ataca como se precisa”, aonde as perdas nas empresas nacionais chegam a 75% ou mais (40% nas horas paradas, 20% nos processos internos e 15% na falta de estratégias mercadológicas), fora os aproximadamente 40% por conta do Custo Brasil, que infelizmente nada se pode fazer, ou seja, irá racionalizar ao máximo os 75% que lhe diz respeito. 

 Alguns empresários brasileiros “acham” que já administram estas perdas, mas de fato não o fazem, e a prova disso é que usam os ERP para suas decisões gerenciais, que não conseguem mensurar quanto mais utilizar estrategicamente as racionalizações destas perdas. 

 Destas 75% de perdas “nenhuma” outra ferramenta de gestão existente, importada ou nacional fora a “Precificação Estratégica Pró-Ativa”, consegue retratar na hora com a máxima precisão e fidelidade o antes e o depois das possíveis racionalizações, e ainda possibilitar agir pró-ativamente simulando e medindo na hora todas e quaisquer estratégias para se obter o máximo de ganho real na lucratividade líquida, isto em qualquer empresa em qualquer mercado. 

 Mas fica a pergunta: Porque algo novo que remete a tais benefícios não é um assunto amplamente conhecido?

 Talvez a resposta seja porque as instituições brasileiras assim como muitos dos nossos empresários prefiram apenas importar as ideias de gestão já consagradas, que num primeiro momento parecem algo novo, mas que a nível competitivo mundial se trata de algo velho. 

 Senão é assim porque não temos nenhuma outra ferramenta de gestão totalmente nacional, fora a “Precificação Estratégica Pró-Ativa, o Custeio LC Gerencial e a Avaliação da Marca pelo Potencial de Negócio”, novos conhecimentos, totalmente brasileiros e que já estão no mercado a cerca de 20 anos? 

 “Quer inovar realmente com algo novo”, que nem as maiores e melhores empresas do seu nicho de mercado adotam, entre em contato e solicite uma demonstração prática para comprovar como estes novos conhecimentos que são customizados garantem reais vantagens competitivas para a sua empresa.


Fonte: Artigos Administradores / Inovação nas empresas – Usando ferramentas do século passado?

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