Inteligência Competitiva como diferencial “definitivo” para os negócios!

Inteligência Competitiva como diferencial “definitivo” para os negócios!

A inteligência competitiva constitui a coleta ética e o uso da informação pública e publicada disponível sobre tendências, eventos e atores fora das fronteiras de empresa.

O mundo passa por um período de mudanças rápidas e avassaladoras, comandadas, principalmente, pela revolução digital e a integração de pessoas e negócios por meio da Internet e das redes sociais.

O poder maior, das organizações modernas e por consequência das nações de origem, proporcionado pelo TI, pelo acesso às informações e inovações em processos, produtos e serviços não reconhece a força econômica dos países ricos, e abre oportunidades a todos que decidem lançar mão dos novos instrumentos de desenvolvimento tecnológico, econômico e social.

As novas condições de igualdade têm feito com que os países desenvolvidos, apresentem taxas de crescimento inferiores àquelas de países em desenvolvimento e o poder econômico está rapidamente passando às mãos destes últimos.

A tecnologia está se sofisticando e ficando mais complexa, e dessa forma, criando profundos impactos nos processos transacionais dos negócios, em seu posicionamento e suas estratégias.

Como consequência, o ambiente de negócios no qual as empresas operam está se tornando cada vez mais complexo e mutante. As empresas sentem crescentes pressões competitivas forçando-as a responder rapidamente às novas condições de operação e de se obrigarem a inovar na maneira como operam.

Essas atividades exigem das empresas agilidade, tomadas de decisão rápidas e frequentes, sejam elas estratégicas, táticas e operacionais, algumas das quais são muito complexas. Tomar essas decisões pode exigir quantidades consideráveis de dados oportunos e relevantes, além de informações e conhecimento.

Vale ressaltar que o processamento dessas informações, na estrutura dos processos decisórios, deve ser feito de forma rápida, com frequência em tempo real e, comumente, exige algum apoio computadorizado.

E em se tratando de apoio computadorizado, o mundo comunica-se cada vez mais rápido por meio da TI e está se dando conta de que é guiado pelos paradigmas da economia do conhecimento. É aí que se localiza o novo campo de batalha de distribuição de poder: acesso à informação, construção do conhecimento e geração de inovações.

O acesso à informação, a construção do conhecimento para geração de inovações, tem na informação tecnológica, as etapas do processo de inovação: concepção, desenvolvimento e testes, produção, comercialização e assistência, sendo um elemento vital do processo.

Ao gerar um novo produto ou processo, as organizações são potenciais demandantes de informações sobre patentes, normas, certificação de qualidade, regulamentos técnicos, laboratórios de ensaio e de calibração, catálogos de equipamentos, dados econômicos e de mercado, ofertas tecnológicas, financiamentos, oportunidades de negócios, monitoramento tecnológico, entre outros. Estas demandas só serão atendidas se forem entendidas as necessidades de informações dos clientes.

Em síntese: “A inteligência competitiva constitui a coleta ética e o uso da informação pública e publicada disponível sobre tendências, eventos e atores fora das fronteiras de empresa. É uma metodologia para identificar as necessidades de informação da empresa; coletar, sistematicamente, a informação relevante e, em seguida, processá-la analiticamente, transformando-a em elemento para tomada de decisão. O produto final da inteligência competitiva é a informação analisada, de interesse para os tomadores de decisão, sobre o meio ambiente, o presente e o futuro no qual empresa opera”, conforme assim definiu, Gilda Massari Coelho, Doctor in Information Science and Communication.


Fonte: Artigos Administradores / Inteligência Competitiva como diferencial “definitivo” para os negócios!

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