Marketing de relacionamento: salvo pela gentileza

Marketing de relacionamento: salvo pela gentileza

Conta-se a história sobre um empregado de um frigorífico da Noruega. Que certo dia, ao término do trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, porque todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse lhe escutar.

Ao se entrar em um estabelecimento comercial é muito legal e prazeroso quando os funcionários nos tratam com empatia, simpatia, atenção e resolvem os nossos problemas, porque vamos até eles em busca de algo para satisfazer as nossas necessidades e desejos e é altamente frustrante, quando voltamos para os nossos lares, sem a solução deles.

Devido a isso se faz necessário que as empresas mantenham um excelente relacionamento com os seus clientes, para que voltem sempre; e, evidentemente, que eles só voltarão se forem muito bem atendidos.

Porque, hoje em dia, no atual mercado de alta e crescente competitividade, satisfazer o cliente já não basta, faz-se necessário, também, encantá-lo.

Assim, é extremamente importante que as empresas desenvolvam uma cultura empresarial de encantamento do cliente, por meio do marketing de relacionamento – que tem como ideia principal se manter em contato constante com os clientes, oferecendo-lhes ajudas, conteúdos, informações e esclarecimento das dúvidas –.

Dessa forma, deverão colocar efetivamente o cliente como o centro de todas as atenções e esforços; mas, para se conseguir isso os funcionários das empresas têm que estarem preparados, motivados e, principalmente, conscientes do real e verdadeiro significado do cliente.   

Certa feita o médico de plantão, de um hospital norte-americano, atendeu uma paciente que chegara com grave falta de ar. Ao ser informada de que tinha uma infecção bacteriana que exigia cirurgia imediata, a mulher falou da preocupação com o seu cachorro doente que deixara na caminhonete, estacionada em local proibido.

O enfermeiro de plantão lhe garantiu que tiraria a caminhonete de lá e cuidaria do cachorro. Ao chegar ao local, porém, viu que não se tratava de uma picape, mas de um veículo articulado que sua carteira não permitia dirigir. Estava prestes a chamar um guincho, que custaria US$ 700, quando resolveu buscar uma forma de livrar a paciente de tal despesa. 

No fim, o enfermeiro conseguiu uma permissão especial para estacionar o veículo num shopping das redondezas por alguns dias e pediu a outro enfermeiro – um ex-caminhoneiro – que conduzisse o veículo até lá. Levou o cachorro ao veterinário e cuidou dele em sua própria casa até que a paciente se recuperasse. Quando lhe perguntaram o que o motivou a fazer tudo isso, o enfermeiro respondeu: servir o paciente vem sempre em primeiro lugar

Eu entendo que a gentileza definitivamente tem que fazer parte do dia a dia de todo mundo. Admiro as pessoas que sabem ser gentis com todos ao seu redor, não importando quais são as suas classes sociais, credos, se são crianças ou idosos, etc.

Apesar de vivermos num mundo frenético, onde as pessoas têm pressa e quase sempre atropelam umas às outras, acredito nos poderes de um: com licença, por favor, muito obrigado, bom dia, boa tarde e boa noite.

Por isso, não custa nada sermos gentis porque a gentileza salva até vidas; veja o exemplo abaixo:

Conta-se a história sobre um empregado de um frigorífico da Noruega. Que certo dia, ao término do trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, porque todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse lhe escutar.

Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável, quando de repente a porta se abriu, o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida. 

Depois perguntaram ao vigia:

– Por que foi abrir a porta da câmara, se isso não fazia parte da sua rotina de trabalho?

Ele explicou:

– Trabalho nesta empresa há 35 anos. Centenas de empregados entram e saem daqui todos os dias, mas, ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair. 

Hoje pela manhã me disse bom dia quando chegou, entretanto, não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que lhe poderia ter acontecido algo, por isto o procurei e o encontrei.         

Que lição, hein! Tenham todos uma ótima sexta-feira e um excelente fim de semana!

 

 


Fonte: Artigos Administradores / Marketing de relacionamento: salvo pela gentileza

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