Mulheres e a Carreira

Mulheres e a Carreira

Acredito que ainda muitas profissionais olham para a sua carreira como um desafio, ao considerar a vida pessoal.

Acredito que ainda muitas profissionais olham para a sua carreira como um desafio,  ao considerar  a vida pessoal.

Ainda ouço dentro de empresas nacionais e globais o velho dilema de que é impulsivamente conciliar tudo. Essa fala em sua maioria expressa por mulheres.

Ainda percebo que investir na carreira como um plano estratégico é pouco comum em nosso modelo mental feminino.

Muitas vezes percebo que as mulheres sentem que estão fazendo sacrifícios, o que por si só já compromete o desenvolvimento de uma carreira de sucesso e o alcance de uma alta posição como CEO de uma empresa.

Como sempre me lembro de  executivos e jovens profissionais, objetivos bem definidos são o segredo para um desenvolvimento de profissional.

Muitas profissionais quase que inconscientemente evitam dedicar tempo para definir seus objetivos de carreira para os próximos 15 anos.

Quando pergunto para grande parte das profissionais se almejam uma posição estratégica de CEO a grande maioria responde, não sei se consigo… Não sei se quero sacrificar minha vida.

Essa forma de vincular responsabilidade com sacrifício diminui as possibilidades de uma profissional.

Quando uma mulher faz a gestão da sua carreira compreendendo o que é investimento e não sacrifício, consegue ter liberdade para fazer melhores escolhas.

E talvez opte com consciência por uma posição de maior congruência  com seus objetivos, sem colocar a responsabilidade na sociedade ou em algo externo.

Outro fator que observo que limita a evolução para cargos estratégicos de mulheres e a autossuficiência, com o receio de apresentar alguma fragilidade há pouca abertura para buscar feedback da liderança e ser assertiva quando seus objetivos futuros na carreira.

Buscar feedback abrindo espaço para ouvir os gaps e desenvolver um plano de ação para transformar gaps em oportunidades.

Saber onde está e para onde se quer ir, olhando os gaps e desenvolver  com a liderança como transformar é uma prática pouco frequente.

Em suma buscar ajuda com o coração e mente aberta é uma prática que muitas executivas evitam é assim distanciam se de posições mais estratégicas.

Um estudo do Instituto Peterson de Economia Internacional mostra que empresas lideradas por mulheres são mais rentáveis em até 15% de lucro. 

Agora para que cada vez mais mulheres vivam essa oportunidade é essencial mudar o “modelo mental” com o primeiro passo: definindo o que se quer.


Fonte: Artigos Administradores / Mulheres e a Carreira

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