NF-e e CT-e: sem o emissor gratuito do governo, o que fazer?

NF-e e CT-e: sem o emissor gratuito do governo, o que fazer?

A SEFAZ-SP divulgou que, a partir de 01/01/2016, o software emissor de NF-e e CT-e estão descontinuados. Dessa forma, é necessário que as empresas procurem soluções para emissão desses documentos, pois sem a emissão deles não haverá faturamento

A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), primeiro componente do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), trouxe muita agilidade às operações e facilidade a fornecedores, transportadores, clientes e o fisco (principal interessado).

Atualmente, as empresas têm duas formas de emissão de NF-e e CT-e:

  • Utilização de sistemas próprios (ERP’s)
  • Utilização de software gratuito, disponibilizado pela SEFAZ-SP.

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP) divulgou que, a partir de 01 de janeiro de 2017, os emissores gratuitos de CT-e e NF-e serão descontinuados, ou seja, a partir dessa data não serão mais atualizados e – possivelmente – deixarão de funcionar.

O motivo alegado é que “apesar dos investimentos realizados, recente levantamento da Secretaria da Fazenda aponta que o total de NF-e’s geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2%. No caso do CT-e, o número é ainda maior: 96,3% dos documentos são gerados por emissores próprios”.

A partir desse momento, acende-se uma luz amarela (quase vermelha) em todas as empresas que utilizam a solução da SEFAZ-SP, uma vez que será necessário a aquisição de um programa para emissão desses documentos, seja um software dedicado a emissão de NF-e ou um sistema ERP. A vantagem do ERP, é que unifica as operações em um só lugar – centralizando as informações e facilitando a gestão.

Há vários softwares emissores desses documentos e sistemas ERP. Cabe aos administradores, diretoria e empresários – diante das soluções existentes – verificar a que melhor se encaixa nas necessidades da empresa, no presente e no futuro próximo.

Embora comece a valer a partir de 01/01/2017, o prazo para compra, entrega, personalização, imputar os dados, testar e deixar 100% é curto. Dessa forma, para quem usa os emissores do governo, é melhor agir rápido, pois sem emissão de NF-e e CT-e não terá faturamento.

Obs: com a limitação da internet, que a Vivo pretende fazer, um ERP em nuvem pode não ser a melhor opção (verifique com a empresa dona do sistema e com seu provedor de acesso à internet).

 A nota, na integra, da SEFAZ-SP, pode ser acessada aqui.

Para mais informações sobre ERP, acessar aqui


Fonte: Artigos Administradores / NF-e e CT-e: sem o emissor gratuito do governo, o que fazer?

Os comentários estão fechados.