O lado espiritual do dinheiro

O lado espiritual do dinheiro

Toda moeda tem dois lados. A dicotomia faz parte da vida. Não seria diferente com a questão do dinheiro. Assim, entendo a ambos fica mais fácil administrá-lo.

O homem que não conhece a Deus, busca uma vida de tranqüilidade econômica dentro da sua própria capacidade e sorte. – A bíblia chama o filho de Deus, de justo e diz que ele deverá viver pela fé. Ao contrário do seu vizinho descrente, o crente justo descansa na segurança e providência divina.
 
No entanto, na prática esta não tem sido a segurança do filho de Deus. O bolso do crente tem sido a última coisa que ele rende ao Senhor. – Ele oferece a Deus, sua alma, sua vida, seu espírito, tempo… mas no tocante às suas finanças, tem colocado Deus fora de sua vida financeira. Trágicas são as conseqüências desta atitude, pois, o mesmo se vê desestimulado a exercer sua fé no tocante ao dinheiro; ficando preso a viver limitado pelos seus recursos, tal qual o incrédulo vive.
 
A infidelidade a Deus marginaliza o homem. Vive assim como qualquer ser humano lutando para ganhar o pão de cada dia e cumprir suas responsabilidades familiares, gastando a maior parte da sua vida em acumular o suficiente para garantir a sobrevivência do corpo, buscando no mínimo um pouquinho de conforto. E Deus vai ficando fora da área financeira de sua vida; e este homem, como filho de Deus, não dizimista, em meio a selva comercial onde impera a lei do mais esperto; passa a competir de IGUAL com o incrédulo, uma vez que eliminou o Senhor desta parte vital de sua vida.
 
Cada vez mais vê seus esforços em nada contribuindo para sua prosperidade.
 
Paulo Afirma o grande mal da vida deste crente, que não exercita sua fé na área financeira. Ele diz: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.” (I Tm 6:10) Nenhum outro pecado na bíblia, por mais horrível que seja é definido como “Raiz de todos os males”; como é o “Amor ao Dinheiro”, pois o apóstolo diz que: “Alguns, nesta cobiça, se desviaram da fé, e a si mesmos se atormentaram com muitas dores.”
 
Poderiam estar melhores mas não estão. Quantos crentes não poderiam estar em melhores condições econômicas e financeiras que o seu vizinho incrédulo, mas devido ao fato de não honrarem a Deus com a devolução firme, alegre e convicta de suas primícias (O dízimo de suas rendas), vivem a gastar o que ganham na manutenção daquilo que o devorador reivindica com todo o direito por causa da sua infidelidade.
 
Cada filho de Deus que nega obediência a tamanha responsabilidade alega um motivo justo para não praticarem tão grave mandamento. Se esquece da promessa que diz: “Trazei todos os dízimos…e EU repreenderei o devorador, para que não consuma o fruto do vosso trabalho.” (Ml 3:10,11) – Caim e Abel deram dízimos. A diferença fundamental entre eles é que Abel ofertou os primeiros frutos de sua renda, isto agradou a Deus.
 
Duas são as conseqüências de usar em beneficio próprio o que é SANTO AO SENHOR:
 
A) Falta de proteção divina na parte financeira daquele que se diz crente;
 
B) Castigo por desobediência a um principio básico da fé. (Ação do Devorador)
 
Ser dizimista é ser justo, e o Justo viverá pela fé e não pela vista dos seus olhos, até mesmo porque sem fé o justo não pode viver.(Romanos 1:17)
 
“Pois se vocês não se tornarem fiéis nas riquezas de origem injusta, quem confiará a vós as verdadeiras riquezas?” (Lucas 16:11)
 
Acredite!
 


Fonte: Artigos Administradores / O lado espiritual do dinheiro

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