O mercado e o profissional

O mercado e o profissional

A busca incessante por uma oportunidade de emprego onde possamos sentir a chamada realização profissional

Deparamo-nos com empresas impregnadas de manias em suas culturas, encontramos pouco profissionalismo e muito QI (quem indica). É mais fácil você ingressar numa empresa porque um amigo seu ou de sua família te indicou do que o seu currículo atender todos os requisitos da vaga.

Claro que não é incomum ingressar numa empresa porque seu perfil atendeu as perspectivas da vaga, mas ao adentrar você perceberá que embora você não seja o único profissional a empresa é composta, em sua maioria, por indicados, que se comportam como portadores de estabilidade permanente. Em contrapartida você busca mostrar o seu melhor, se doa para fazer o melhor, capacita-se para, no mínimo, manter o que conquistou, é altamente cobrado e raramente elogiado.

As empresas deveriam valorizar mais seu maior patrimônio, seu capital humano. Não generalizo, há exceções. Mas a maioria destes profissionais, de excelente capacitação, pertencem ao quadro de pessoal destas “empresinhas de fundo de quintal” que são renomadas.

O desejo de todo profissional que investiu em seu intelecto é fazer parte de uma empresa que o reconheça, que lhe dê condições de realização profissional. Mas a realidade é outra, diante de tantas decepções, consequentes problemas psicológicos, o profissional decide mudar a rota. Surgem interesses na abertura do próprio negócio que muitas vezes não pode ser concretizado por não se ter condições financeiras, ou mudanças drásticas na área de atuação, atuando em áreas que nada se relacionam com sua formação, almejando sossego, paz.

Empresas invistam em seu capital humano, empregado satisfeito gera resultados positivos.


Fonte: Artigos Administradores / O mercado e o profissional

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