O poder do entusiasmo para vender na crise

O poder do entusiasmo para vender na crise

O entusiasmo energiza e favorece as relações no processo de venda, que envolve razão e emoção, sendo esta de fundamental importância nos relacionamentos

O ano de 2015 é passado e não adianta mais ficar preso a ele com pensamentos fixos no que fez ou deixou de fazer. Continuar reclamando pelos efeitos negativos da crise no que ficou para trás não vai resolver os problemas de hoje. O negócio agora é pensar e agir no sentido do que fazer daqui para frente. Também não adianta ficar pensando muito para não perder mais tempo. A estratégia correta é iniciar o ano de cabeça erguida, com muita atitude, motivação e entusiasmo.

Interessante que mal começou 2016, o que se vê é muita gente reclamando que as coisas vão piorar. Talvez essas pessoas estejam influenciadas pelas notícias ruins veiculadas na imprensa diariamente. A imprensa está fazendo o papel dela e, com certeza, garantindo o seu faturamento com a venda de notícias para todos os gostos. Cabe a cada pessoa empregar o seu tempo com os assuntos de seu interesse.

A verdade é que para não sofrer influências negativas e serem mais eficientes, em vez de ficarem perdendo tempo com notícias ruins, os vendedores pessimistas devem preencher sua mente com pensamentos positivos, encherem-se de entusiasmo e partirem para a luta. Do contrário, realmente as coisas tendem a piorar mesmo, pois, além de deixar de vender, esses profissionais ainda correm o sério risco de perderem seus empregos.

Nos momentos de dificuldades, muitos vendedores, sobretudo os medianos, já se dirigem ao cliente com a autoestima baixa, achando que ele não vai comprar. Já pensam que os clientes vão fazer objeções, principalmente de preço, mas não se preparam para superá-las. Qual é a imagem de um vendedor com baixa autoestima diante de um cliente? Sem dúvida alguma, é de um profissional sem entusiasmo, já se dando por vencido. E clientes não gostam de fazer negócios com pessoas apáticas, que não transmitem confiança e segurança.

As palavras-chave para esse momento de dificuldade que o país atravessa são “PREPARAÇÃO” e “ENTUSIASMO”. O vendedor preparado, bastante conhecedor do que faz, externando o máximo de entusiasmo diante dos clientes é um verdadeiro transmissor de energia positiva. E essa energia contagia facilmente o cliente, sobretudo no momento de crise, onde as pessoas ficam na dúvida se compram agora ou deixam para depois, embora estejam necessitando do produto ou serviço.

Profissionais de vendas preparados, entusiasmados e motivados, com certeza, têm um elevado nível de autoestima, característica fundamental para conquistar e manter relacionamentos saudáveis e positivos. São pessoas que desenvolvem a habilidade de se relacionar com os mais diversos tipos clientes por construírem uma personalidade agradável, sendo aceitas com alegria em qualquer ambiente que estejam presentes.

Por outro lado, vendedores despreparados, sem entusiasmo e com autoestima baixa são capazes até de convencer o cliente a não comprar no momento, orientando-o para gastar o seu dinheiro quando a crise passar. São profissionais que adoram falar de crise com os clientes.

Como diz o palestrante americano Brian Tracy, um dos principais treinadores de vendas do mundo, “o entusiasmo contabiliza 50% ou mais de toda a capacidade de venda”. Também ele define uma venda como “uma transferência de entusiasmo”.

Concordo plenamente, pois o entusiasmo energiza e favorece as relações no processo de venda, que envolve razão e emoção, sendo esta de fundamental importância nos relacionamentos. O entusiasmo ajuda a elevar a autoestima. E vendedores que gostam de si próprio, gostam dos clientes, os quais retribuirão naturalmente, já que nos relacionamentos humanos, pessoas que pensam e agem de modo semelhante se atraem.


Fonte: Artigos Administradores / O poder do entusiasmo para vender na crise

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