“Os valores não são, mas valem”

“Os valores não são, mas valem”

O presente esboço concentra-se em pontuar como a corrupção tem se tornado genérica nos mais diversos ambientes sociais e como em detrimento disso, atua a sua sociedade. Ainda neste, é feito um paralelo entre as práticas tradicionalistas da corrupção na política nacional brasileira e em localidades menores e/ou remotas como no caso peculiar ao município de Vicentina-MS, que representa a similaridade da prática política de inúmeros outros municípios que sustentam uma semelhante configuração e condição de manutenção da ausência de valores éticos e morais no cenário eleitoral e administrativo

A padronização da corrupção em estágio máximo de elevação tem sido o preço mais caro pago pela sociedade brasileira nos últimos tempos e não é distinto á sociedade vicentinense. Em contrapartida a tal situação, a sua acepção de valores se apresenta pulverizada tal qual uma gota d’água embalada ao vento, como um nada ao acaso.

 No que tange ao vírus da corrupção, sua massificação e eficiência tem permitido sua propagação de tal modo que uma inversão de valores é quase irredutível, um embate ao acaso, sem respostas plausíveis, por sinalizar atualmente um resultado preliminar unânime: “a sua proliferação e pragmatismo irreversível”.

Os valores não são, mas valem, parafraseando o Filósofo Manuel Garcia Morente, têm a autêntica pretensão de analisar e/ou pontuar como a corrupção tem sido o grande estímulo disfarçado na cordialidade e intencionalidade da ação do brasileiro em todas as esferas e/ou instâncias imagináveis e inimagináveis, considerando seu pensar e agir, indiferentes a sua consequência.

 Não obtenho o direito e interesse em generalizar a corrupção e estendê-la a todos os brasileiros e a todo o povo vicentinense, porque a mesma por si só parece ter feito seu trabalho diário quando analisado de forma genérica, mas antes permitir a todos a compreensão de que sua atuação tem atingido o mais elevado grau de suficiência e perfeição, restando em consequências catastróficas aos mais diversos segmentos políticos, econômicos, sociais e valorativos do cenário social brasileiro e Vicentinense, os seus resultados.

É válido mencionar que como em toda regra há exceções, o destaque também se concentrará em pensar como reverter o resultado deste jogo valorativo com as exceções existentes e que se encontram pulverizadas e retroativas á sua maioria? Será mesmo que existem forças capazes de mudar o resultado deste jogo que em suma, significa implantar e resignificar os valores que constantemente se apresentam nulos na sociedade atual? Essas e outras incógnitas permearão nosso diálogo ao longo das entrelinhas existentes.

É notória a divulgação nas mais diversas mídias sobre a crise financeira e política presentes no Brasil e no mundo, mas não seria antes uma crise de valores não monetários, de outra ordem ou natureza? Sem dúvida esta terceira tem incontestáveis implicações sobre a primeira e segunda opção. A realidade é que uma amostragem mínima eleita representa em estatística a realidade de seu todo, e não seria diferente pensando o cenário político. Se a sociedade tem o político que merece, não tenho motivos plausíveis para tal finalidade ou afirmativa, mas em contrapartida acredito que tens o político que lhe interessa.   Cabe analisar se este interesse tem implicações de maior potencialidade social ou simplesmente um caráter subjetivo.

Num pais em que nem mesmo Deus tem se isentado de seus caracteres e é presenteado com sua nacionalidade, num território cujo nome é dado pelos seus colonizadores como o quinto dos infernos, onde paira os valores tradicionalistas retrógrados e que políticos são tidos como pai dos pobres, quem então tem parido este povo chamado brasileiro? Como equalizar as contradições históricas e atuais existentes? A verdade é que ser gerado não se faz suficiente em meio a tantas criaturas órfãs de cuidados mínimos que são confundidos intencionalmente como aparatos básicos nas matrizes de seus programas.

Neste cenário de abandono os verdadeiros pais adotivos deste povo tem sido a desigualdade, pobreza, miséria, o sofrimento, a exploração e consequentemente em estado talvez mais triste, a sua “dependência”. Com um cenário frágil e flácido a corrupção torna-se o meio favorável aos corruptos detentores de tudo e donos do poder que apresentam a rota aos seus subordinados, os donos do nada. Em meio ao tudo e ao nada, nasce o processo de implantação, permanência e manutenção da democracia brasileira e posteriormente o apogeu do processo eleitoral Vicentinense.

A sua liberdade por nunca existir é apresentada como libertinagem, a sua independência por ser ausente, torna-se dependência ou morte. Aos chefes do poder sobra á fidelidade dos seus súditos para as conquistas de suas sequenciais e intermináveis glórias e domínio sobre a máquina pública, me refiro aos mandatos consecutivos.

Vivemos em um Estado que exige um modelo de político que nasce do berço e a exemplo dos seus, tornam-se os super-heróis do povo que por ingenuidade não sabem que sofrem motivados pelos próprios monstros abomináveis disfarçados de heróis. A crítica neste caso deve se resvalar aos que não construíram sua carreira, mas que influenciados pela hereditariedade, foram convocados a dar continuidade ao papel exercido por sua prole. Sofre estranhamento qualquer indivíduo que fora deste padrão tente participar motivado por interesses que impliquem em mudanças em um cenário hostil, vulgar e insano da política nacional e nas suas diversas localidades.

 O estágio avançado de um corrupto se mede pela tranquilidade presente em sua atitude frente aos questionamentos em que a priori é identificado como sendo o mentor principal das acusações x, y ou z. Esse tipo de característica comportamental e/ou atitudinal tem sido reproduzido por inúmeros políticos brasileiros nas mais distintas esferas de governo. Tal naturalidade presente nos mesmos diante de denúncias tão sérias reforça o apelo á comunidade ética de que algo de errado esta indiscutivelmente latente.

Alguns questionamentos me tomam o tempo quando me percebo pensando será que em algum momento a consciência do corrupto não o condena? Ou a mesma tem a função de absolvê-lo no mesmo instante? Pensar a despeito me faz crer que ser motivado a dar uma resposta objetiva não é o suficiente ou ainda possível. Não sei o que se passa em vossa cabeça, mas isso me motiva a continuar a pensar e refletir sobre tais incógnitas.

Partir do pressuposto de almejar pontuar o perfil do eleitorado vicentinense se configura a priori como um tanto desafiador por ser iminente sua metamorfose e emblemático os motivos que sucedem a mercê de seus interesses.

No que concerne á realidade do eleitor brasileiro o político mais do que ninguém é conhecedor de suas fragilidades e logo o domina com suas artimanhas. Segundo o sociólogo Florestan Fernandes o pressuposto das ações dos governantes consiste em pensar que o Brasil é o paraíso dos trouxas e que estes se concentram nas classes “baixas”, nos assalariados e sub assalariados do campo e da cidade. Pensar a lógica e o perfil do eleitorado em Vicentina nos faz perceber que o povo dança conforme a música seja no distrito, na cidade ou na interface do urbano e rural, ou seja, muitos fazem questão de se enquadrar no perfil desenhado pelos governantes, logo seus valores são duvidosos. O pior de tudo é perceber que tal influência vai além da condição econômica ou situacional dos mesmos no funcionalismo público e privado, independente de seu contrato ou concurso como parâmetros de vínculo a sua vida laboral. Em suma, o povo vicentinense tem dançado conforme a música na ala da política municipal, o que não se distingue da política estadual e nacional.

Há casos em que o eleitor não depende financeiramente do sistema por possuir uma carreira profissional assegurada por concurso, no entanto, não satisfeito, se vincula a política para catalisar mais recursos atuando em cargos de confiança ou ainda assegurando com seu apoio serviços e contratos para boa parte dos seus familiares. Alguns empresários financiam campanhas no intuito de usufruir de licitações e prestações de serviços ao poder público no decorrer do mandato dos mesmos, possuindo em detrimento disso, riquezas ilícitas por caminhar em vias de fácil acesso ao recurso público. Ou seja, fica nítido como algumas massas de manobras são utilizadas para burlarem o ineficiente e frágil sistema, onde alguns exclusivos são beneficiados ano após ano com o recurso do povo.

A política em Vicentina tem se assimilado á loteria, em que todos apostam o que tem, pra reter nos quatro anos ou mais o que haveria investido. No artigo 17, do capítulo V, da Constituição de 1988 ao se referir especificamente aos partidos políticos no inciso terceiro, diz que os partidos têm direito a recursos do fundo partidário e acesso gratuito ao rádio e á televisão, na forma da lei.

Mais uma vez percebe-se de forma suspeita e mais discreta possível que mais um inciso da Constituição pode ser violado com possíveis práticas irregular, dada hipóteses de manobra sobre a prestação de contas por parte dos partidos á Justiça Eleitoral quando comparada a incompatibilidade dos valores declarados aos órgãos competentes com a superprodução e aparato físico e financeiro montado por grupos milionários no período eleitoral disposto a negociar com todos que tentarem resistir á tentação de não vinculação ao seu grupo político.

A Justiça Eleitoral não consegue acessar com facilidade esses ambientes, pois os atores políticos agem de forma minuciosa e silenciosa, quase imperceptíveis aos olhos nus. No cenário político brasileiro tais investimentos resumem-se em compra de votos unitários ou por pacotes, estes últimos acontecem quando grupos ou famílias fecham acordos por futuro favores. Há ainda investimento em cestas básicas, doações de terrenos e oferta de casas populares ou garantia de emprego, pagamentos de passagens de transportes escolares privado, contas de energia, água, compra de gás, inúmeras requisições de combustível, pagamento em cédulas que variam de R$50,00 a mais de R$300,00, dentaduras, caixões e os mais bizarros investimentos com a única funcionalidade, a de comprar o voto do eleitorado. Afinal, alguns são fiéis aos candidatos, outros precisam ser comprados e assim procedem os pleitos eleitorais e as compras de cadeiras no legislativo e executivo nas mais diversas  esferas e/ou instâncias políticas. Na maioria das vezes ganha quem investe pesado e no público alvo estrategicamente esquematizado.  Até cabos eleitorais tem aumentado sua proficiência financeira trabalhando em eleições.

As amarras e dependência são evidenciadas de várias formas, quando não econômicas em sua maioria, são de ordem ideológica, fazendo com que prevaleça até o sentimento de ódio ao conterrâneo em defesa do seu candidato. O mais estranho neste município é presenciar a neutralidade e a invisibilidade da atuação dos parlamentares, parece que em todos esses anos, tudo tem tido uma conformidade e transparência total no órgão municipal. Neste caso estávamos enganados, acho mesmo que diante de tanta santidade e graça, Deus não é brasileiro, é antes exclusivamente vicentinense. Ao menos é o que aparenta ser dado á santidade do território e perfeição nas administrações desta cidade. Há controversas. O presente esboço não se fecha a uma crítica sobre a atual gestão, embora esta não esteja isenta, mas vai além á procura de respostas de natureza histórica e nos faz fixar o olhar nas administrações anteriores. Mesmo que as respostas pareçam obscuras ou incertas, até porque poucos ou quase ninguém teriam a coragem de ir até as mesmas para saná-las, nos vale os esforços em trazer para o leitor reflexões e questionamentos que nos inquietam e nos cause estranhamentos. Minha pretensão é de dialogar com as hipóteses que tem se apresentado neste cenário, não pretendo lidar com denúncias práticas, não é esta a minha finalidade. Talvez suscite nas entidades competentes esse anseio. O que pode ser utilitário enquanto apresentamos este cenário vertiginosamente repugnante ao cidadão honesto e de bem.

Outra vertente forte e que se apresenta com veemência tem sido a violência psicológica e física, ambas possuem atuação frenética nessa terra de coronelismo extremo. No período eleitoral a racionalidade e cordialidade dão espaço á insensibilidade como nunca presenciado em outros momentos no mesmo ambiente. Tudo se resume em ataques e guerras de grupos contra grupos. Em contraposição a citação de Florestan Fernandes, acontece o contrário neste campo minado de batalha eleitoral. Trilhando o caminho inverso, as pessoas não utilizam a força das ideias, as mesmas optam pelas ideias de força física e psicológica, apelativas e coativas ao comportamento do eleitorado. Muitos já temem o período eleitoral que se aproxima neste ano de 2016, porque as experiências em eleições anteriores não foram positivas vista a partir de uma conjuntura geral.

Por ameaças e medo, muitos funcionários públicos e até mesmo privados são convocados a estarem presentes em reuniões e como se não bastasse são pressionados a identificar seus candidatos, destacando em carros e casas, adesivos dos respectivos.  Ou seja, não há sigilo do voto como assegurado pela Constituição na sua versão de 1988 e até os dias atuais. O artigo 14 da mesma enfatiza que a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei. Como nem tudo é o que parece antes mesmo de irem ás urnas as pessoas já explicitam por obrigação vossos candidatos. Aqui, o sigilo é um direito comprado por preço barato e se faz inexistente. O sigilo inexiste até mesmo para eleições diretas para líderes de torcidas em campeonatos nas escolas. Como já pontuava o músico Zé Ramalho em Admirável gado novo, “Êh, oô, vida de gado, povo marcado Êh, povo feliz”. Numa sociedade em que o povo é tratado como gado, sua estigmatização é existente.

Não há pretensão nestes trópicos em apresentar denúncias quanto ao político X,Y,ou Z, mas antes destacar que a efetivação de uma proposta de política participativa e eleitoral como se descreve legalmente está longe de acontecer no município de Vicentina-MS. O que espero é que esta realidade mude num futuro muito próximo em que qualquer eleitor munido de seus documentos pessoais tenha autonomia de exercer seu voto sem primeiro pensar na barganha pessoal, ou ainda ter que apresentar seu candidato para ser aceito no grupo social a que tem vínculo e convívio. Ninguém é obrigado a se manifestar, estar no anonimato para alguns é uma necessidade e para todos é um direito, isso é uma questão de escolha e precisa ser respeitado á luz da constituinte. Os dispositivos legais existem para punir, mas por vezes se apresentam frágeis e ineficientes e em muitos casos não são acionados porque o buraco é mais em baixo, as pessoas acabam não utilizando estas ferramentas por receio, medo e vingança. Em outros casos parte da sociedade é conivente com a real situação de irregularidades porque se encontra no estado de beneficiária, o que faz com que sua maioria pague um preço muito caro.

Trazer a tona tais informações não nos dá por enfoque ou objetivo observar os devidos culpados, mas antes perceber que a construção do sistema se dá em rede e toda e qualquer atitude errônea por mínima que seja, faz a diferença em um contexto onde os valores não são, mas valem alguma coisa. No entanto há uma complexidade de ações entre quem são as vítimas e quem são os vitimados, mal sabem que ambos poderiam reescrever o cenário político local e nacional se investidos de valores agissem em prol do bem comum e não do interesse peculiar ou subjetivo como numa espécie de foro privilegiado.

Nesta ótica, nossas ações tem se movido por interesses, esse é um fato inegável e indispensável, no entanto que tipos de interesse carecem destaque é o que precisa ser observado. O interesse não deve ser visto como um mal feitor quando o mesmo diz respeito ao bem comum, que abarque um número máximo de indivíduos, diferentemente do interesse pessoal que tem favorecido exclusivamente um número cada vez singular de indivíduos de natureza perversa. Inspirado em um caro professor de Sociologia da Universidade Federal da Grande Dourados, diria que os indivíduos não têm enxergado além do seu próprio umbigo.

Quando partimos pra análise conjectural do contexto social, cultural, político e econômico, percebemos que a vulnerabilidade destes setores permitem que os corruptos e corruptores permeiem os espaços com muita tranquilidade sem que sejam visados, ou na visão mais pessimista, neutralizam o estranhamento social por sua conduta errônea por já estarem  todos em um cenário de estágio tão alto de corrupção , que a mesma tem se “naturalizado” nas práticas destes e  da sociedade abarcada. Parecemos estar em uma terra por vezes sem lei, segundo Thomas Hobbes, no início da existência do Estado natural. Ainda contextualizando estes ambientes observamos na Ciência Política que onde a pobreza e a desigualdade se fazem predominante, a democracia nunca se fez presente, mas sua demagogia se apresenta constantemente.

É na raiz dos problemas de diversos gêneros e graus que o povo tem se dado por vencido frente ao poderio impositivo e econômico dos filhos da ditadura em meio á falácia de uma real existencial democracia. Pois onde há preocupação em sobreviver com o ínfimo, possuir o alimento, encher a barriga e sanar a fome está em primeiro lugar e é mais importante que optar pela legitimidade do voto. Lamentavelmente os políticos de plantão têm observado esta realidade e feito de tudo para mantê-la exatamente como está. O apelo se direciona pra sociedade de conjunto, pois quem precisa mudar urgentemente sua postura é a população e não os mesmos. Precisamos salvar nossa geração antes que outras mais sejam corrompidas, ou então contar com um milagre e esperar pelas próximas. Os cidadãos e eleitores em construção precisam se imunizar deste vírus da corrupção, já que o mesmo tem assolado e infectado muitos eleitores tradicionais.

Vivemos em um Estado federativo em que a prioridade do eleito é pensar durante os quatro anos de mandato como fazer e o quê fazer para continuar no mando nos próximos quatro. Temos uma sociedade dependente de todas as formas deste sistema, que preferem legitimá-los no poder, porque como dizem “é melhor pingar do que secar” sua fonte de subsistência econômica precária em detrimento e ainda independentes de suas humilhações resultantes. Vergonha? Que nada, nada como um bom óleo de peroba na face pra encarar a rotina laboral diante da sociedade que sobrevive ao caos.

Observamos que o foco deve se concentrar em dar legitimidade ao povo para que as reais possibilidades de participação ativa frente ás decisões na máquina pública de fato se efetive. É preciso que saiamos deste marasmo ou ainda estado de dependência da máquina pública e dos políticos de plantão para além da sobrevivência e participação política autônoma. Encarar Vicentina como cidade menina é também perceber que é necessário cortar seu cordão umbilical do tradicionalismo político imerso aos vícios do patriarcalismo e clientelismo ofertado pelos políticos a sua população e viver as próximas fases desta nova democracia que emerge frente ás reais necessidades, anseios, perspectivas, sobretudo da sua juventude, que assim como esta jovem cidade possui condicionantes para impulsionar e tornar mais digna a vida de toda a sua população. Estes são meus reais anseios. Infelizmente no Brasil os partidos políticos estão em sua totalidade em déficit com a sua população e em Vicentina os seus políticos eleitos. Até o exato momento não fizeram nada além do que suas obrigações permitem. O sentimento de déficit ao povo persiste. É possível encarar a máquina pública com mais responsabilidade, seriedade, compromisso, e acima de tudo “honestidade e transparência” dada tal importância ao pé da letra. Realizar esta faceta é realmente pra poucos. Neste caso segundo Max Weber é preciso encarar a política como vocação e não profissão.

(Vicentina/MS, 14 de Fevereiro de 2016)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FERNANDES, Florestan. Pensamento e ação: o PT e os rumos do socialismo: prefácio Paulo Henrique Martinez – 2.ed. – São Paulo: Globo, 2006.

BRASIL, Constituição (1988). I, Série. II Título. CDU 342.4 (81) “1988”.

CARDOSO, Fernando Henrique. Pensadores que inventaram o Brasil. 1 ed. – São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

HOLANDA, Sérgio Buarque de, 1902-1982. Raízes do Brasil. 26 ed. – São Paulo; Companhia das Letras, 1995.

MOURA, José Fernando Ehlers de. Ensaio sobre a corrupção. – Porto Alegre, RS: AGE, 2012.

Palavras- Chave: corrupção, participação, política.

٭ Professor na Rede Estadual e Particular de Ensino de Mato Grosso do Sul.

٭٭Bacharel e Licenciado em Ciências Sociais (2008/2012) e (2012/2014) pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

 


Fonte: Artigos Administradores / “Os valores não são, mas valem”

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