Perfil do Empreendedor Digital Brasileiro

Perfil do Empreendedor Digital Brasileiro

O empreendedorismo digital brasileiro, exige dos seus membros algumas características e aptidões diferenciadas do ambiente empresarial, uma vez que o mundo online, possui peculiaridades únicas, que os tornam bem diferentes do mundo físico e nem todos os empreendedores conseguiriam ter o mesmo sucesso no mundo digital. Este artigo pretende demonstrar dados coletados em pesquisas, referente ao empreendedor digital, para elucidar o leitor sobre o assunto no mercado.

O empreendedorismo digital é um mercado em ascensão no país. Conforme a pesquisa encomendada pelo Grupo RBS ao Instituto M. Sense Inteligência de Mercado, foram entrevistados 770 empresários de todo o país.

Se no empreendedorismo tradicional a mulher já ocupa um espaço praticamente igual ao do homem, no segmento digital eles predominam: 75% dos pesquisados são do sexo masculino. Eles têm entre 20 e 30 anos de idade (61%) e pertencem às classes A e B (86%). As mulheres ainda têm participação pouco significativa no cenário de tecnologia, ainda há um espaço importante a ser ocupado por elas.

Conseguir recursos financeiros para abrir e manter a empresa é a maior preocupação desses empreendedores, 44% consideram essa sua maior dificuldade. Os entrevistados também se queixaram da falta de mão de obra qualificada (30%) e do pouco tempo de que dispõem para se dedicar às suas ideias (34%). Explica-se: 63% deles se dividem entre o projeto digital e um emprego, que serve para pagar as contas e financiar o negócio. Eles trabalham em um clima de incerteza, e as desistências são frequentes. Para que o mercado amadureça é preciso criar um cenário sustentável  para esses empresários, que poderão assim atrair os investidores.

Outra pesquisa realizada em outubro de 2013 mostra que o foco dos negócios migrou para serviços, aplicativos e e-commerce. Ela apontou uma forte mudança no foco das startups. Em 2011, os entrevistados estavam empreendendo em Marketing on-line (17%), Conteúdo (17%), Software (16%), Educação (14%) e Social Media (13%). Já em 2013, os segmentos apontados como os de maior investimento dos empreendedores foram Serviços (33%), Aplicativos (30%) e E-commerce (29%). Os resultados apontam para uma clara profissionalização do mercado, tendo em vista que os setores de maior crescimento exigem mais dos empreendedores, tanto em capital quanto em esforço de equipe.

Segundo os entrevistados, o tempo médio para que os negócios e as ideias estejam prontos é de seis meses, um ciclo bem rápido. A pesquisa aponta que apenas 7% dos empreendedores ainda estão na fase de ideias, 8% estão com o projeto no papel, 33% estão em fase inicial de desenvolvimento, 26% estão com seus produtos em fase beta e 26% já estão com o produto finalizado.

Quando questionados sobre a formalidade dos negócios, 78% constituem empresa formal ou estão no processo de legalização, um número bem próximo aos 77% que estavam nessa situação em 2011. 43% dos empreendedores trabalham exclusivamente em seus projetos, enquanto que 52% dedicam parte do seu tempo ao negócio. 27% afirmaram ter uma equipe formada por quatro ou seis pessoas; 15% responderam tocar o negócio sozinhos.

 A falta de recursos é a principal barreira para os empreendedores digitais no Brasil, de acordo com 45% dos entrevistados. Se pudessem, portanto, contar com um apoio de empresas especializadas em startups, 33% dos entrevistados pediriam financiamento. Já 28% de empreendedores gostariam de ter mais contato com o mercado, ou seja, maior facilidade para apresentar e comercializar o produto desenvolvido.

Aproximadamente 80% dos projetos são financiados pelos sócios do negócio, ou seja, sem a presença de um investidor externo. Entre os que não possuem investimento externo, 27% já apresentaram seu projeto para algum investidor.

O status após a apresentação dos projetos a investidores não possui diferença significativa entre os números de 2011 e os de 2013. Em ambas as pesquisas, 42% dos entrevistados disseram estar em negociação e 17% afirmaram que não houve interesse por parte dos investidores, dois pontos percentuais a mais que em 2011. 9% dos entrevistados disseram estar trabalhando na lista de exigências – em 2011 eles eram 8%. Dos que não contaram com investimento externo, 46% disseram ter a intenção de apresentar posteriormente, em 2011 este número era de 55%.

Uma parcela pequena dos empreendedores entrevistados possui algum tipo de financiador, como investidor anjo (12%), empresa de venture capital (5%), empresa privada (4%) ou banco de investimento (1%). A participação de programas do governo e instituições de ensino é baixa, 3% e 1% respectivamente.

De acordo com os entrevistados, um investidor hoje não é apenas uma fonte de recursos financeiros, mas, principalmente, um parceiro. Para 39% dos entrevistados, o empreendedor precisa ter uma boa rede de contatos para ajudá-los a abrir portas e a crescer. Apenas 2% desejam apenas o dinheiro do investidor.

A seguir, os quatro perfis de investidor mapeados pela pesquisa:

a)    Abridor de portas: Esse é o parceiro que tem uma grande rede de relacionamento. Possui o tino comercial que muitos empreendedores buscam. É imprescindível que conheça o segmento de atuação do negócio para que as ações sejam dirigidas sem perda de tempo.

b)    O Especialista: Possui bons conhecimentos econômicos de mercado para auxiliar o empreendedor. Como geralmente o empreendedor é técnico, é importante ter um parceiro que entenda de economia e negócios. Deve ajudar o empreendedor a tomar as decisões baseados em reports, números e dados.

 c)    O Estrategista: É o responsável por repensar toda a inteligência do negócio e apresentar novos rumos. Neste caso o parceiro é visto como um “conselheiro”, mas é imprescindível que trabalhe no projeto, dedicando tempo ao negócio junto com o empreendedor.

 d)    O Financiador: Perfil tradicional de investidor, que financia o novo negócio em troca de participação. É fonte de recursos financeiros, mas não auxilia em outras atividades, como estratégia e networking. É um perfil que os empreendedores não valorizam atualmente.

 A pesquisa ainda aponta uma concentração de empreendedores nas regiõ

 

Cursos de graduação relacionados à tecnologia são os mais comuns entre os empreendedores digitais (19%), seguidos por administração de empresas (16%) e comunicação social (13%). A necessidade de gerir seu negócio e colocar sua ideia para frente faz com que os cursos de pós-graduação mais frequentes estejam relacionados com gestão de negócios (23%), marketing (16%) e administração de empresas (11%).

 Inspiração (histórias de outros empreendedores) e experiência profissional são os fatores que mais influenciam um empreendedor na hora de pensar em ter seu negócio (42%). E sua motivação é trabalhar com o que gosta (73% em 2013 e 79% em 2011), seguido do retorno financeiro (50% em 2013 e 52% em 2011) e da oportunidade de crescimento profissional (44% em 2013 e 54% em 2011). As motivações se mantiveram as mesmas em 2011 e 2013.

Dos entrevistados, 45% disseram que a falta de recursos financeiros ainda é o principal problema dos empreendedores digitais no país. Em 2011 este número foi de 44%. A burocracia (39%) e a falta de mão de obra qualificada (35% em 2013 e 30% em 2011) também apresentam elevados percentuais. Observa-se redução significativa na insatisfação com políticas públicas de incentivo (28% em 2013 e 34% em 2011) e na falta de tempo para dedicação ao projeto (18% em 2013 e 34% em 2011).

Em 2011, a média de tempo em que os entrevistados se consideravam empreendedores era de 30 meses (2,5 anos). Em 2013, esse tempo subiu para 40 meses. Apesar do crescimento, a média não cresceu em 24 meses (tempo entre as duas pesquisas), indicando que ainda existe uma taxa de desistência elevada.

Pesquisa encomendada pelo MercadoLivre ao IBOPE CONECTA aponta que a grande maioria dos empreendedores digitais está otimista em relação ao setor de e-commerce e às suas vendas em 2015. Dos 520 empreendedores entrevistados – todos atuantes no MercadoLivre, embora também trabalhem com diferentes canais de vendas, como outros sites, site próprio e até mesmo loja física -, 85% deles apostam que o setor de comércio eletrônico crescerá no Brasil em 2015. Deste total, um terço aposta em um crescimento do setor de mais de 25%; e dois terços em um crescimento de até 20%. Quando questionados sobre o crescimento de suas próprias vendas na internet, 87% acreditam que irão crescer, sendo que 68% estão muito otimistas com o setor e apostam em um crescimento superior a 25%.

Entre todos os vendedores entrevistados, 25% utilizam o MercadoLivre como a única plataforma online de vendas, porém possuem também outros formatos de venda off-line, como loja física. Já 34% do total de 520 respondentes vendem apenas online e somente pelo MercadoLivre. Desses, a maioria é composta por quem acredita em um crescimento de até 40% (57% deles); de 45% a 60% (22% deles) e de até 70% para 20% destes respondentes. Apenas 1% destes vendedores não sabe qual será o crescimento de suas vendas em 2015.

Considerando os vendedores que, além de atuarem na plataforma do Mercado-Livre, também vendem através de outros canais, 81% possuem site próprio, metade possui lojafísica e 11% utilizam também redes sociais. Apenas 3% utilizam outras plataformas de e-commerce. 

 Destes vendedores, 69% acreditam que terão crescimento de vendas de até 40%. 18% deles acreditam no crescimento de 45% a 60%, e de até 70% para 11% destes respondentes. E 1% deles ainda não sabe quanto irá crescer.

As razões apontadas pelos vendedores que acreditam no crescimento do setor e de suas vendas são: aumento da penetração da internet no Brasil (72%); aumento da segurança e confiança no modelo de compra e venda online (63%); aumento de usuários de smartphones e tablets (58%).

“A pesquisa registra o que já tínhamos percebido que é o crescimento contínuo da demanda no setor do comércio eletrônico. O nosso setor representa apenas 4% do varejo total, ou seja, ainda tem muitas oportunidades para crescer independentemente da política econômica”, afirma Helisson Lemos, diretor-geral do MercadoLivre para o Brasil.

Faça uma análise detalhada destes dados muito importantes e crie suas estratégias para que seu negócio tenha mais chances de sucesso sempre.

 CONCLUSÃO:

Comparando com o maior estudo sobre a realidade empreendedora do mundo, GEM (Global Entrepreneurship Monitor), vemos que os empreendedores homens e mulheres estão na mesma proporção no Brasil nos últimos anos, mas a faixa etária e classificação social são semelhantes ao empreendedor digital em nosso pais.

 Por ser um negócio virtual a flexibilidade deste empreendedor é maior, dando margem a termos 1% dos empreendedores digitais brasileiros morando fora do pais e fornecendo serviços ou vendendo produtos no Brasil.

 Com o crescimento da internet e dos serviços virtuais a tendência é de aumentar os empreendedores digitais em nosso país, fazendo com que os dados dessa pesquisa e da pesquisa GEM se assemelhem nos próximos anos.

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José Paulo Pereira da Silva, Sócio fundador e CEO do Grupo Ideal Trends. Empreendedor Serial. Engenheiro de Producão com MBA’s em Marketing e Vendas e especialização em Negócios Digitais. É Mestre, Doutor e Pós Doutorando em Administração de Empresas pela FCU – Florida Christian University.

Maria de Fátima Abud Olivieri, Pós Doctor e Doctor em Administração pela Florida Christian University– FCU- Orlando – USA –FL . Mestre em Educação, Arte e História da Cultura  pela Universidade Presbiteriana Mackenzie; Pós-Graduação em Estratégias de Marketing para o Turismo – Escola de Comunicação e Artes – ECA  da Universidade de São Paulo- USP; MBA  em Gestão de Pessoas   pelo Centro Universitário Ibero Americano – UNIBERO e  Relações Públicas pela  Faculdade de Comunicação Social CASPER LÍBERO. Atividades Profissionais: CESP – Companhia Energética de São Paulo por 20 anos, atuando na área de Recursos Humanos. Atuou ainda como coordenadora e professora em instituições de ensino.  Realizou várias palestras no Brasil e exterior, entre elas,  na Universidade Federal de Alfenas – UNIFAL – “Gestão de Pessoas e Coaching”, no Instituo Nacional de Pós-Graduação – INPG – “Internacionalização da Carreira”, Conselho Regional dos Corretores de Imóveis – CRECI – “Comunicação Interpessoal como ferramenta de negócios”, UNICAT- Educação Corporativa e Acadêmica – Catalão-Goiá – “Gestão de Pessoas” e no Instituto Superior Técnico de Angola – ISTA – “Comunicação Interpessoal” e “O Profissional de 2020”.  Atualmente é Professora na Florida Christian University –  FCU  e na FGV – Fundação Getúlio Vargas. Membro da Comissão científica da FCU. Autora e co-autora  em vários vários artigos científicos e livros, entre eles: “Gestão de Pessoas em Turismo”, “Gestão de Pessoas na área da Saúde”, “Educação 2009” – As mais importantes Tendências na visão dos mais importantes educadores”, Educação 2010, “As mais importantes tendências na visão dos mais importantes educadores”,“Como lidar com o Dinheiro” , “Academia Corporativa e Plano de Negócios”, “Manual do Empreendedor – de micro e pequenas empresas” e “Didática e Práticas do Ensino Superior”,”Socorro não sei mais educar! E Agora? Com o capítulo: Os novos estilos de aprendizagem e Como lidar com eles para ter sucesso na educação atual e Futura. Haioles – Complexo Vitamínico de Potencialização de Gestão. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Fonte: Artigos Administradores / Perfil do Empreendedor Digital Brasileiro

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