Q.I ou Quem Indica?

Q.I ou Quem Indica?

Percebemos que a cada dia que passa o mercado de trabalho se mostra rígido e exigente,  e excepcionalmente ao que se diz respeito á qualificação para o mercado de trabalho.

Sabemos que hoje não é nada fácil se concluir uma faculdade, seja por questões financeiras, de tempo, distancia, enfim, mais aqueles que realmente conseguiram concluir essa fase importante na vida profissional, pode se dizer um vitorioso; ou não?

Após quatro, cinco ou mais anos de faculdade vem a parte mais desafiadora, a procura de um emprego ou experiência na área de formação.

A questão é se você se dedicou aos estudos, batalhou para ter uma vaga no mercado de trabalho e continua estudando para isso, sempre se tem a certeza de que a fase da procura pelo novo emprego na área esta quase ganho.

Mais não é bem assim, além do nosso mercado econômico estar cada vez mais enxugando os gastos com novas contratações e colaboradores, tem a oportunidade da primeira experiência para aqueles que ainda não tiveram essa oportunidade, mais um dos requisitos que hoje em dia se vê como realmente uma obstáculo, ou uma pedra no caminho, se é que posso definir popularmente como isso, são as famosas indicações no mercado de trabalho, algumas sem nenhuma qualificação e muitas vezes competência para exercer a função tão almejada por aqueles candidatos que se dedicaram para o mercado de trabalho.

Existem formas e procedimentos para se contratar um novo colaborador; a indicação não é falha pelo contrário ela ajuda a gestão de pessoas a tomar decisões baseadas em relatos práticos da experiência dos novos contratados. Mais nem todo tipo de indicação é assim.

Existem hoje no mercado de trabalho as chamadas indicações (Q.I – Quem Indicou) muito conhecidas como sátiras, pois muitas vezes os novos colaboradores não passam por testes dentro da Gestão de Pessoas e se tem como um forte concorrente pois a indicação vem até de profissionais nomeados dentro da organização, fazendo assim que a Gestão de Pessoas fique engessada na tomada de decisão.

Mais ai vem a pergunta; Todas essas indicações são negativas para as organizações? ; Não que elas sejam negativas, sem generalizar, mais independente das indicações e investigações dos novos colaboradores toda Gestão de Pessoas tem a autonomia de aplicar testes realmente de (Q.I – Quociente Intelectual) ;  entre outros testes já existentes no mercado para se analisar melhor a capacidade de cada candidato á vaga concorrida.

A Contratação por competências  com testes técnicos e práticos é uma porcentagem maior de certeza que a Gestão de Pessoas esta contratando o profissional correto para a vaga certa.

A Contratação por (Q.I – Quem Indicou) pode sim implicar futuramente nos gastos de uma organização, pois uma contratação sem testes só por indicação poder gerando custos para o empregador e organização, tais como:

Rescisões a curto prazo, Retomada de novas contratações, Treinamentos mais eficaz para maior entendimento dos setores correspondentes, enfim entre outros possíveis.

Com uma visão de Indicação interna e competência, hoje podemos dizer que temos sim profissionais totalmente qualificados para cada setor e função, o que as vezes faz com que o mercado fique em alta demanda  e pouco candidato pois falta uma rede social como o próprio Linkedin para se obter a ajuda que é tão bem vinda na recolocação profissional e assim a socialização desses profissionais no mercado de trabalho.

A junção do (QI – Quem Indica) com a Competência (QI) traz ao mercado profissionais qualificados e com uma bagagem que a organização só tem a ganhar.

O trabalho da Gestão de Pessoas é minucioso e analítico e deve ser respeitado na tomada de decisão fazendo se assim uma gestão que foca em competências para o mercado de trabalho e futuramente em benefícios para a organização.


Fonte: Artigos Administradores / Q.I ou Quem Indica?

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