Quantidade ou Qualidade, segundo a Teoria de Taylor

Quantidade ou Qualidade, segundo a Teoria de Taylor

O quanto evoluímos no que diz respeito à Administração Científica?

Baseando-se na Teoria de Frederick Winslow Taylor no século XX, onde criou um modelo de administração, o qual se denominou como Administração Científica, segundo o engenheiro mecânico norte-americano, que acreditava em dar ênfase no aumento da produtividade, minimizando os gastos, reduzindo tempo e aumentando a lucratividade, tendo em vista os princípios do taylorismo onde os operários eram submetidos a produzir mais, sem terem algum retorno financeiro, como aumento salarial, benefício de alguma outra forma, ou ao menos um incentivo benéfico para que houvesse motivação e satisfação ao trabalhador.

Analisando essa forma de administração, onde o trabalhador agia de forma robótica, foi observado como se trabalhava, seu espaço, seus movimentos, tudo isso foi estudado de uma forma que se chegou a seguinte conclusão, a necessidade de diminuir o espaço utilizado pelo trabalhador, fazendo com que seus movimentos diminuíssem de tal maneira que ficassem menos ociosos, eliminando movimentos desnecessários fazendo que tivessem apenas movimento necessários e eficientes, não interferindo na produção, temos como exemplo desse contexto o filme “Tempos Modernos”  de 1936, do grande cineasta Charles Chaplin, onde uma máquina é criada para evitar que o operário não parasse de produzir, onde a mesma é acoplada próximo ao seu corpo para suprir suas necessidades básicas, em sua rotina diária de trabalho.

Trazendo esse contexto para atualidade, muitas organizações visam apenas obter lucros e muita produção, sem pensar em seus funcionários, diga-se qualidade no trabalho, respeito às horas de trabalho, dignidade a pessoa humana e remuneração condizente as suas atribuições.

Muitos visam apenas à produção não se importando com a qualidade do resultado que é produzida, com essa exploração, com pensamento em lucratividade, outros princípios fundamentais são esquecidos, sendo que em empresas onde são cobrados números e alta produção, se for feita uma análise final serão constatados erros, assim não se pode evitar o retrabalho em que retornam essas atividades e até mesmo prejuízos para organização, de certa forma o tempo que foi reduzido no primeiro momento da execução, terá que ser utilizado posteriormente para consertar o que retornou com resultado ineficaz.

Dessa forma, vamos analisar o quanto vale para uma organização ter uma equipe com alta produtividade, sendo ela diária, semanal, mensal ou anual, sendo que ao final será feito um balanço do real lucro que obteve nessa quantidade, sem a devida qualidade. Com isso muitos gestores precisam enxergar de uma forma diferente para que haja uma motivação em sua equipe para haver mais produção, porém sem perda na qualidade, assim posteriormente todos serão beneficiados e alcançarão suas metas, contribuindo com a lucratividade, logo as execuções das tarefas atingirão êxito e excelência.


Fonte: Artigos Administradores / Quantidade ou Qualidade, segundo a Teoria de Taylor

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