Um ano que se vai e outro ano que chega

Um ano que se vai e outro ano que chega

Parece que este ano passou tão rápido como se fosse um jato, mas tenho plena certeza de que tal sensação percebida é muito relativa

Um 2015 que se vai e um 2016 que chega. Puxa, parece que este ano passou tão rápido como se fosse um jato, mas tenho plena certeza de que tal sensação percebida é muito relativa. Se considerarmos o ponto de vista daqueles que sofreram mais agressivamente os impactos da crise, este mesmo tempo parece que se arrastou de tal modo que o desemprego e a inflação se tornaram algozes ferozes que retardaram dolorosamente a visão da luz no final do túnel, uma luz que parecia difícil de se alcançar. Mesmo assim, os sobreviventes mantém a esperança em dias melhores.

Economistas, especialistas, especuladores e críticos se mantém céticos em relação às previsões otimistas para o ano que chega, inclusive para os próximos três ou quatro anos. Fica cada vez mais evidente que uma reforma política e econômica se faz necessária para alterar os rumos da nação. Ela virá, temos certeza. Mas a pergunta é: quando? O tempo é uma variável, um recurso extremamente importante que impacta diretamente na forma pela qual ocorre a interação entre os ambientes e seus sistemas políticos, sociais, econômicos, legais, morais, etc. É um recurso, portanto, que precisa ser utilizado com muita sabedoria e muita responsabilidade.

Que o próximo ano nos traga mais saúde, mais segurança, maior bem-estar, muito sucesso pessoal e profissional, mais amor, mais tolerância e generosidade, maior flexibilidade, mais sabedoria, humildade e responsabilidade. Que não esqueçamos do passado, mas que vislumbremos um futuro melhor. E que Deus nos abençoe.

 

Um 2015 que se vai e um 2016 que chega. puxa, parece que este ano passou tão rápido como se fosse um jato, mas tenho plena certeza de que tal sensação percebida é muito relativa. Se considerarmos o ponto de vista daqueles que sofreram mais agressivamente os impactos da crise, este mesmo tempo parece que se arrastou de tal modo que o desemprego e a inflação se tornaram algozes ferozes que retardaram dolorosamente a visão da luz no final do túnel, uma luz que parecia difícil de se alcançar. Mesmo assim, os sobreviventes mantém a esperança em dias melhores.

 

Economistas, especialistas, especuladores e críticos se mantém céticos em relação às previsões otimistas para o ano que chega, inclusive para os próximos três ou quatro anos. Fica cada vez mais evidente que uma reforma política e econômica se faz necessária para alterar os rumos da nação. Ela virá, temos certeza. Mas a pergunta é: quando? O tempo é uma variável, um recurso extremamente importante que impacta diretamente na forma pela qual ocorre a interação entre os ambientes e seus sistemas políticos, sociais, econômicos, legais, morais, etc. É um recurso, portanto, que precisa ser utilizado com muita sabedoria e muita responsabilidade.

 

Que o próximo ano nos traga mais saúde, mais segurança, maior bem-estar, muito sucesso pessoal e profissional, mais amor, mais tolerância e generosidade, maior flexibilidade, mais sabedoria, humildade e responsabilidade. Que não esqueçamos do passado, mas que vislumbremos um futuro melhor. E que deus nos abençoe.


Fonte: Artigos Administradores / Um ano que se vai e outro ano que chega

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